With her first book, As Meat Loves Salt, Maria McCann joins a small, esteemed company of writers--Umberto Eco and Gore Vidal among them--whose historical novels are meticulously researched, politically acute, and rattling good reads. Set in the 17th century, during the English civil war, As Meat Loves Salt follows the misadventures of Jacob, born a gentleman but raised a servant, whose overdeveloped sense of personal dignity leads him from one crisis to another. When the book opens, he is already a murderer. Within a hundred pages he becomes a rapist and a thief. All this is perfect training for a military career, and Jacob soon finds himself in Cromwell's New Model army and in thrall to a charismatic man named Ferris. "It was all pre-ordained," says Jacob later, when the men have deserted together, "there had never been a place where I could have leapt free of the net." Rich with period detail, multilayered, and erotic, this is a big, delicious novel with a hint of crunchy intellection. Expect a lost weekend.
As Meat Loves Salt -
Maria McCann
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Ver maisDifícil por em palavras a montanha russa de emoções que foi este livro... Normalmente tenho preguiça de fazer resenhas mas o fato de que não conheço ninguém que tenha lido ele por não ser muito conhecido me deixa necessitada por um desabafo. Senti com ele um pouco do que passei com Salto Mortal e O Quarto de Giovanni, mas esse conseguiu ser ainda mais pesado. Apesar de que finalizei o livro com uma sensação de que ficou muitas pontas soltas, muitas coisas sem resolução, e isso me incomodou muito. Sei que todas a nuances de um livro não precisam ser dadas de mão beijada, mas não saber mais sobre a relação do Ferris com o Nathan e a profundidade dela, ou que fim o Izzy ou a mãe deles levou ou se o Ferris sabia ou não se Caro era esposa do Jacob tá me comendo viva. Que o Jacob é um desgraçado é muito claro, mas achei muito interessante como a personalidade do Ferris foi construída. Apesar de que pelos comentários ele é visto como o anjo bom do Jacob, para mim ele é um manipulador de marca maior. Não consegui durante todo o livro acreditar por um segundo que ele amasse o Jacob de verdade, mesmo ele tendo feito tudo o que fez por ele. Porque esses atos de bondade ele faria por qualquer um, e acho que ele viu na força e na devoção do Ferris uma oportunidade de por em prática os sonhos dele na colônia. O tesão era só um bônus. Não acho que ele era uma pessoa completamente ruim, mas o fato de que ele não pensou duas vezes em deixar o Nathan pra traz na guerra depois de demonstrado o tanto que ele dependia do Ferris, e deixado a tia com o pé na cova sozinha sem fazer nada pra ajudar a Becs.... Não conseguir engolir o papel de bonzinho dele. Ele pode fingir que não, mas sente a necessidade de ser adorado pelos outros. Enfim, uma coisa que gostei muito do livro é a questão política e do direito a terra na Inglaterra do século 17. "How wonderful, I thought, if a man could walk here a say 'all this is ours, for we work it', instead of 'this land all belongs to My Lord So-and-So'"
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