Duas histórias bem medianas da Nora Roberts, daquelas publicadas em romances de banca de revista dos anos 80.
Na primeira, O Protetor, Gwen resolve salvar a sua mãe de um inquilino que ela acredita, querer se aproveitar da bondade e ingenuidade de sua mãezinha, que ela acredita ser uma parva. Então, ela enfia os pés pelas mãos e começa a tratar mal o inquilino, que também é escritor, sem motivo nenhum, apenas os da sua imaginação. Essa é uma daquelas mocinhas irritantes, que não fazem nada para ganhar a nossa admiração, ao contrário do Luke, que apesar de ser tão maltratado não revida na mesma moeda e ainda se apaixona pela idiota. Tadinho dele, merecia coisa melhor.
A segunda, Canção do Oeste, tem o meu gênero preferido, cowboy grosseirão! O mocinho é tão cavalgadura e a mocinha é tão idiota que até parecia que eu estava lendo um livro da Diana Palmer.
Samantha vai morar na fazenda da irmã e do cunhado para ajudá-la nos últimos meses de gravidez, e acaba se enganando e tratando o mocinho, amigo do cunhado como um empregado do rancho. Logo ela descobre que estava enganada, mas como é idiota e mal educada não pede desculpas pelo engano e persiste na falta de educação. Mas ele também é uma cavalgadura e não faz muito para melhorar o relacionamento. A Samantha fica caidinha pelo Jack, e vice versa, mas ela é muito cabeçuda para admitir, e ele é muito orgulhoso para fazer todo o trabalho sozinho, então eles ficam em um chove não molha por meses, até um dia onde ele enche o saco e revolve a situação de uma maneira bem tipica dos cowboys chauvinistas palmerianos. Acho que foi pela historia da Nora lembrar tanto uma da Diana Palmer que eu gostei tanto da leitura. Das duas histórias essa foi a minha preferida!