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    O Homem e o Rio (Grandes Obras / Livros de Bolso Europa-América #14) - The old man

    William Faulkner

    Publicações Europa América
    1971
    141 páginas
    4h 42m
    ISBN-1: 0
    Português
    4.3
    3 avaliações
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    "O Homem e o Rio (The Old Man) é essencialmente uma fábula, em que as vicissitudes do destino individual se fundem com os ditames de uma fatalidade colectiva, cujas raízes se devem procurar numa inquietude obsessiva do sentido da Queda, provocada pela fraqueza ingénita da Mulher." Direitos cedidos para publicação no Brasil por Potugália Editora ==== https://showlivros.wordpress.com/coleccoes/literatura/bolso-europa-america/

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    William Faulkner

    Sem diploma do secundário (ensino médio), o prêmio Nobel de Literatura em 1949, e prêmio Pullitzer em 1955 e 1963 (póstumo), William Falkner viveu em sua pequena cidade no Estado mais pobre dos Estados Unidos, o Mississipi. Só viajava para Hollywood para arranjar trabalho como roteirista. Indo e vindo, entre 1932 e 1955, trabalhou para os estúdios Metro, Fox e Warner. Como escreveu o crítico brasileiro Sérgio Augusto: "Só aderiu ao cinema porque precisava de dinheiro. Tinha 35 anos e acabara de escrever 'Luz em Agosto'. A venda de seus livros mal dava para pagar a conta da luz. Seus primeiros quatro livros não venderam mais de 2 mil exemplares cada. Seu primeiro (e único) best seller, 'The Wild Palms', é de 1939". Por volta de 1958, a Fox tentou trazê-lo de volta. Na época, Faulkner, que já não estava mais tão necessitado de dinheiro, recusou o convite. Após publicar "O Fauno de Mármore" (1924, poemas), Faulkner foi a Nova Orleans para conhecer o círculo literário em torno da revista literária "The Double Dealer", que publicava Hart Crane, Ernest Hemingway, Robert Penn Warren e Edmund Wilson. Além dos contos para a revista, Faulkner fez seu primeiro romance "Paga de Soldado". Tímido, ele preferia a companhia de seus amigos caçadores e dos vizinhos de seu sítio a outros escritores e intelectuais. Seus primeiros livros traziam características da literatura do fim do século 19. "O Povoado", o primeiro romance da "Trilogia Snopes", é um retrato irônico das grandes depressões que antecederam a Guerra Civil norte-americana. Em "Os Invictos", publicado no ano de sua morte, o escritor constrói um conflito de éticas e mentalidades entre o velho Sul e a nova realidade americana após a Guerra Civil. Faulkner entrou numa nova fase, quando encontrou seu estilo nas obras "O Som e a Fúria", "Enquanto agonizo", "Santuário", "Luz de agosto", "Dr. Martino e Outros Contos", "Pilão", "Absalão! Absalão!" e "Palmeiras Selvagens". A violência destes livros está em primeiro plano e, às vezes, os personagens têm uma meia vitória aqui e ali. Em "Enquanto agonizo", Faulkner costura dezenas de monólogos de 15 pessoas para mostrar o perfil psicológico de uma família que conduz o corpo da matriarca ao cemitério. A partir de "O lugarejo", o destino dos personagens de Faulkner não é mais tão trágico. Ao menos surge alguma esperança para a condição humana como uma promessa de liberação. Em "Desça Moisés", sobre a luta do personagem Ike McCaslin contra a devastação da mata, Faulkner denuncia injustiças. Além de viagens necessárias à sua carreira, Faulkner continuou enfurnado no Mississipi até se tornar escritor residente da Universidade de Virgínia. O contato com os estudantes está registrado no livro "Faulkner na Universidade".

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