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    Metafísica do Amor / Metafísica da Morte -

    Arthur Schopenhauer

    Martins Fontes
    2004
    194 páginas
    6h 28m
    ISBN-10: 8533620136
    Português Brasileiro
    4
    167 avaliações
    Leram390Lendo28Querem400Relendo1Abandonos6Resenhas3
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    A filosofia de Schopenhauer, ao conceber tragicamente a existência, coloca ao mesmo tempo como objetivo o provocar uma espécie de catarse diante dela. Daí se pode denominá-la uma filosofia do consolo, a oscilar entre pessimismo teórico e otimismo prático, o que o leitor poderá averiguar nos dois textos que compõem esta obra.

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    Maria Eduarda picture
    Maria Eduarda30/01/2023Resenhou um livro
    2.5 (Razoável)

    esse é um ótimo livro de introdução ao pensamento de Schopenhauer, eh bem curto e aborda as duas maiores paixões da alma. apesar de não concordar muito com a metafísica do amor, que pra ele é apenas a necessidade de reprodução e manutenção da espécie, a metafísica da morte e a ideia de metempsicose desenvolvidas por ele são até que interessantes. mesmo após a morte, o homem continua vivo naquilo que seus semelhantes têm em comum, o medo da morte eh desprovido de pensamento lógico.

    9 curtidas

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    • 5 estrelas32%
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    Arthur Schopenhauer

    Pessimista em sua visão do mundo, considerou ser a Vontade a última e mais fundamental força da natureza, que se manifesta em cada ser no sentido da sua total realização e sobrevivência. O conceito de Vontade deste filósofo diz respeito a algo infinito, uno, indizível, e não a uma vontade finita, individual, ciente. Ela estaria presente no homem, como em toda a natureza. Para Schopenhauer, a realidade é vontade irracional, onde o finito nada mais é que mera aparência da realidade. A vontade infinita, traz com ela a característica da insaciabilidade, sendo então algo conflituoso que geraria dor e sofrimento ao homem. Foi seminarista até os 14 anos. Iniciou estudos de medicina na universidade de Gottingen, mudando depois para filosofia, na universidade de Berlim. Sua tese Vierfach Wutzel der Zats uber zurechern Grund ( "Sobre a quádrupla raiz do princípio da razão suficiente") foi escrita em 1813. O difícil convívio com sua mãe com certeza marcou sua personalidade mas ela lhe permitiu conhecer intelectuais como Goethe (1749-1832), que freqüentavam sua casa em Weimar, centro da vida cultural alemã em sua época. Com a herança recebida do pai pôde viver sua vida de solteiro com relativo conforto e inteiramente entregue ao seu trabalho intelectual. Seu principal livro, Die Welt als Wille and Vorstellung ou "O Mundo como vontade e representação" (1819), embora o seu livro Parerga e Paraliponema (1851) seja o mais conhecido.

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