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    Thais -

    Anatole France

    Martin Claret
    2006
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-10: 8572326901
    Português Brasileiro
    3.9
    65 avaliações
    Leram116Lendo10Querem219Relendo1Abandonos6Resenhas5
    Favoritos7Desejados219Avaliaram65

    "Thais" (1890) é a obra que assinala o zênite da força criadora do autor. Ambientada no Egito, é a história de uma meretriz e de um monge.Nunca na literatura o triunfo do corpo sobre a alma - Epicuro contra o estoicismo - foi mais finamente traçado, com tanta beleza e melodia de estilo.

    Edições (5)

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    Resenhas (5)Ver mais
    maria aparecida marcondes picture
    maria aparecida marcondes20/11/2009Resenhou um livro
    3 (Bom)

    O pequeno jardim de Epicuro

    Ler Thais de A France , é um exercício de filosofia. E tive que recorrer várias vezes ao Google para entender as diversas escolas citadas. A história do monge cristão que converte a cortesã , e que afinal não consegue converter a si mesmo, é demasiado humana. A distância entre o que somos e o que desejamos ser é imensa. O monge Paphnucio descobriu que afinal os anos no deserto, os jejuns , não haviam modificado sua natureza. E muito menos os seus desejos mais secretos. Epicurismo - ensina a libertação da dor através do exercício do prazer.

    7 curtidas

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    Avaliações

    3.9 / 65
    • 5 estrelas35%
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    • 3 estrelas34%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas0%
    Jacques Anatole François Thibault profile picture

    Jacques Anatole François Thibault

    Jacques Anatole François Thibault, mais conhecido como Anatole France (Paris, 16 de abril de 1844 — Saint-Cyr-sur-Loire, 12 de outubro de 1924) foi um escritor francês. De tom céptico, suas publicações obtiveram grande sucesso. Seu primeiro grande êxito foi 0 Crime de Silvestre Bonnard, premiado pela Academia francesa. Outras obras são: Thais, 0 Lírio Vermelho, O poço de Santa Clara, A rebelião dos anjos, etc. Segundo Fulgrosse, durante a guerra Franco-Prussiana (1870-1871), Anatole France participou na defesa de Paris como guarda nacional, integrado na 1ª Companhia do 20º Batalhão da Guarda Nacional do Sena (companhias de guerra), na reserva no reduto de Faisanderie (Joinville-le-Pont) enquanto decorria a batalha de Champigny, foi declarado impróprio ao serviço por ser de fraca constituição e passou a cívil em Janeiro de 1871. Foge de Paris no início da insurreição da Comuna de Paris. Tendo sido primeiramente bibliotecário do Senado, foi eleito para a Academia francesa em 23 de janeiro de 1896, para a poltrona 38, onde ele sucede Ferdinand de Lesseps. Foi recebido na Academia Francesa em 24 de dezembro de 1896. Anatole France apoiou a Émile Zola no caso Dreyfus; ao dia seguinte da publicação do "J'accuse", assinou a petição que pedia a revisão do processo. Devolveu sua Legião de Honra quando foi retirada a de Zola. Participou na fundação da Liga dos Direitos do Homem. Foi laureado com o Nobel de Literatura de 1921, pelo conjunto de sua obra.

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    Jacques Anatole François Thibault