Alertas sobre as conseqüências dos projetos hidrelétricos no rio Xingu analisa os projetos de hidrelétricas anunciadas pelo governo brasileiro para o rio Xingu na Amazônia paraense. E conclui que a usina de Kararaô, rebatizada Belo Monte, não teria viabilidade energética e provocaria impactos ambientais catastróficos, afetando comunidades indígenas e ribeirinhas, bairros da cidade de Altamira, e áreas rurais ao longo da rodovia transamazônica. A polêmica de Belo Monte foi reaberta em julho deste ano, quando o Congresso Nacional aprovou um projeto de decreto permitindo a implantação da usina. Organizada pelo professor Oswaldo Sevá Filho, da Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a coletânea foi elaborada por iniciativa de um grupo de organizações ambientalistas e movimentos sociais: a International Rivers Network, o Movimento para o Desenvolvimento da Transamazônica e Xingu (MDTX), o Instituto Socioambiental (ISA), a Federação dos Órgãos Assistenciais e Educacionais (FASE), o Projeto Brasil Sustentável e Democrático e a Comissão Pró-Índio de São Paulo. Os capítulos foram escritos por pesquisadores brasileiros e estrangeiros, nas áreas de energia e engenharia elétrica, de ciências sociais e estudos indígenas, de geografia, de avaliação ambiental, ecologia de represas e mudança climática, entre outros.
Tenotã-Mõ - Alertas sobre as consequências dos projetos hidroelétricos no rio Xingu
Oswaldo Sevá Filho
International Rivers Network
2005
344 páginas
11h 28m
ISBN-10: 8599214012
Português Brasileiro
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