Finalizando meu projeto pessoal de leitura dos álbuns de Tintim, chegamos a leitura de número 25. Ela não é o 25º álbum, porque não faz parte da coleção oficial de nenhuma forma.
Publicado em preto e branco pelo jornal Le Soir entre dezembro de 1972 e janeiro de 1973, e simultaneamente de forma colorida no Journal de Tintin, esse álbum é uma adaptação do filme de mesmo nome, estreado na Bélgica, em dezembro de 1972, competindo diretamente com dois clássicos: O Poderoso Chefão e Laranja Mecânica. Esse é o segundo filme animado de Tintim, e o primeiro a não ter ligação com nenhum álbum já existente.
O filme (e consequentemente o álbum) não possuem nenhuma participação direta de Hergé, que delegou a seu amigo Michel Regnier o trabalho de escrever o roteiro.
A história então traz diversos personagens que conhecemos ao longo das aventuras de Tintim, além de trazer referências de personagens de outros trabalhos de Hergé (mas que passam despercebidos pra quem não os conhece, como eu).
(Informações retiradas do site Tintim por Tintim)
Falando sobre a história em si, é nítido que não tem a mão de Hergé, seja nos desenhos, seja na história em si, embora não deixe de ter a pegada normal de Tintim, com diversas escapadas e descobertas miraculosas no momento certo pra salvar os personagens.
É uma história dinâmica, dá pra reconhecer passagens dos álbuns anteriores em diversos pontos, então não tem nada de muito surpreendente.
De forma geral, é um bom passatempo e por isso vale a pena a leitura.