Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas8
    • Leitores322
    • Similares2
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O companheiro de viagem (Prosa do Mundo) -

    Gyula Krúdy

    Cosac Naify
    2011
    137 páginas
    4h 34m
    ISBN-10: 8575032062
    Português Brasileiro
    3.6
    88 avaliações
    Leram134Lendo5Querem182Relendo0Abandonos1Resenhas8
    Favoritos4Desejados182Avaliaram88

    Durante uma viagem de trem, o narrador relata a um desconhecido a aventura que viveu muitos anos antes, em um vilarejo da Alta Hungria. Ali ele se hospedara numa pequena pensão e mantivera um caso clandestino com a proprietária do local. Embora seja autor de uma obra imensa e das mais importantes de seu país, o escritor húngaro Gyula Krúdy (1878-1933) foi pouquíssimo editado no Brasil. Conforme notou o crítico Paulo Rónai, os estranhos romances e muitos contos e novelas do autor "constituem um único livro extenso e nunca terminado, o relato de uma saudosa viagem no passado romântico, interrompido por divagações e incidentes, sem outro fio senão o das associações involuntárias, numa linguagem exuberante e musical". Traduzido diretamente do húngaro, este livro escrito em 1918, em meio à destruição da Primeira Guerra Mundial, constitui um dos momentos altos dessa narrativa única e contínua.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (8)Ver mais
    Ronnie K. picture
    Ronnie K.26/03/2009Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Narrativa de mestre

    Talvez o que pouca gente saiba é que os hungaros são excelentes fabuladores natos. Sobretudo os antigos, como sabiam contar uma história! O conto húngaro tem aquele sabor de Era uma vez..., aquela atmosfera de história narrada ao redor da fogueira, que o torna irresistível. Existe uma fabulosa "Antologia do Conto Húngaro" (Editora Arte Nova, 1975) publicada no Brasil (que eu saiba a única) que merece ser desfrutada por todos os amantes do conto. Em relação a esse pequena novela não é diferente. O fiapo de história é o que menos importa, é até banal. Mas a forma como é narrada faz o diferencial. É uma prosa límpida, cristalina, carregada de simplicidade, beleza, elegância e poesia. Cria-se uma legítima atmosfera noturna, uma ambiente onírico, onde sonho, realidade, e fantasia se fundem para contar a história de uma velho Don Juan que seduz mulheres aldeãs dos vilarejos por onde se hospeda em sua perigrinação sem fim. Com a leitura, somos tomados pelo exotismo desse mundo distante, por sua cores, seus cheiros e sabores. É a literatura cumprindo seu papel!

    11 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 88
    • 5 estrelas17%
    • 4 estrelas40%
    • 3 estrelas28%
    • 2 estrelas14%
    • 1 estrelas1%
    Gyula Krúdy profile picture

    Gyula Krúdy

    Autor de uma obra imensa e das mais importantes na Hungria, Gyula Krúdy nasceu em 1878, em Nyíregyháza, no nordeste do país. Publicou o primeiro livro de novelas quando tinha 19 anos e, aos 21, casou-se com a escritora Bella Speigler, seis anos mais velha, com quem teve três filhos. Em 1911, aos 33 anos, já havia publicado mais de quarenta livros. Nesse mesmo ano nascia o personagem mais famoso da literatura húngara: Szindbád. Com A juventude de Szindbád iniciava-se o ciclo de narrativas que se estenderia por duas décadas, compreendendo quase cem episódios agrupados em diversos volumes. Mas foi com A diligência postal vermelha (1913), considerado o seu melhor romance, que Krúdy conquistou a fama. Nos últimos anos de vida, mergulhou no alcoolismo e na doença. Em 1930 recebeu o Baumgarten, o prêmio literário mais importante da Hungria na época. Morreu em 1933, em Budapeste, solitário e quase esquecido por seus contemporâneos. Durante a Segunda Guerra, em 1940, sua obra foi redescoberta e considerada a mais relevante do modernismo húngaro.

    9 Livros
    3 Seguidores

    Gyula Krúdy