A poesia de Bruno Bossolan, prima facie, nos enlaça em "nós", quase "nostalgia" daqueles que são apunhalados pela beleza térmica e sanguínea das letras que quiçá um dia imaginaremos pirografar, autores de nós mesmos, na celulose de nossas almas alvas, quiçá vazias ainda, sedentas do vermelho grená, preto no branco, letras que ficam, latindo, gritando, batendo, zunindo, lambendo, escorrendo, pedindo para morrerem na eternidade de nós. O mundo deste poeta jovem não é pequeno como brada no poema, nem tampouco indeterminado, é grande, in-determinado no sem tempo daqueles que têm o que dizer, que vão fundo, deixando marcas indeléveis na existência fugaz do mais humano em "nós", nós, nostálgicos comuns, cuja poesia resgata ao onírico desejo, quiçá um dia concreta vontade, de sermos um, laços indestrutíveis, sem "nós". Poesia Madura, que quase machuca, tirando nossas mentes e almas da estagnação fria do nada a dizer. Bem-Dito, Poeta, Mau-Dito Bruno Bossolan! Escreva-n(ó)s! / Giselle Zamboni (Advogada e Consultora em Comunicação em Redes Sociais)
N(ó)stálgico -
Bruno Bossolan
PACO Editorial
2011
100 páginas
3h 20m
ISBN-13: 9788564367661
Português Brasileiro
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