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    Armarinho de Miudezas - Poemas Cifrados

    Waly Salomão

    Fundação Casa de Jorge Amado
    1993
    127 páginas
    4h 14m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.3
    7 avaliações
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    Favoritos0Desejados11Avaliaram7

    "(...)Inimigo público número 1 do meio-termo, da mesmice gustativa, Waly é uma verdadeira montanha-russa de grossura e de finesse, indo das baixarias de botequim a suprema limpeza do construtivismo de Maliévitch. Sua figura é a hipérbole. Provocateur, scandaleux, Waly é um leão, um tyger-of-wrath. Filho de Xango, o deus que se acende na chuva, mas também o senhor das línguas e das linguagens, senhor dos códigos, Waly é o leitor de Rimbaud e Nietzsche circulando pelo morro do Estácio, da Mangueira, ou em meio aos tambores sagrados do candomblé ("atabaque", de resto, é palavra de origem árabe).(...)" [texto de Antonio Risério na orelha do livro.]

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    Resenhas (1)Ver mais
    Rafael Caetano picture
    Rafael Caetano25/04/2012Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Um alegre desafio

    O "Armarinho de Miudezas", de Waly Salomão, guarda prosas poéticas escritas sob o signo da alegria. Cada apanhado de períodos é feito de explosões inesperadas, às vezes lançando espinhos no senso crítico distraído, outras vezes entretêm o leitor como uma celebração telúrica da vida. Há momentos em que o poeta, sabedor do pendor natural da poesia para a ritualística, coloca-se como um xamã tecnológico, lançando encantamentos para afastar a frieza e o utilitarismo da (frágil) urbanidade com a qual o homem de hoje se compraz. Recomendo!

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    Waly Dias Salomão profile picture

    Waly Dias Salomão

    Baiano de Jequié, poeta, letrista, ator eventual, articulador cultural, artista visual, homem público, diretor de espetáculos como Gal fatal - A todo vapor, escreveu nove livros e foi musicado por Caetano, Gil, Macalé, Calcanhoto, Cazuza e Paralamas.

    15 Livros
    21 Seguidores
    Bahia , Brasil

    Waly Dias Salomão