Curti bastante, mas é um livro cientificamente robusto e denso.
Achei muita coisa interessante, mas o autor tentou juntar xadrez e filosofia política de uma maneira tão frágil que chegou a ser cômico.
Há muuuitas citações a respeito de inteligência na forma de QI, algo bastante ultrapassado pros dias de hoje, então tem que ser percebido por uma lente bem crítica.
Há um capítulo inteiro pra falar de Adam Smith. Péssimo. Como se não bastasse a falta de coesão que o autor traz nessa parte (entre a proposta do capítulo e a prática), ainda há referências pífias pra apresentação desse capítulo, desde wikipedia até similares a Brasil Escola. Essa parte é realmente inacreditavelmente ruim e de uma ideologia latente.
Apesar das críticas e da demora em terminar a leitura, foi um livro produtivo e importante pra mim. Traz boas elucidações sobre a ciência do xadrez, ciência social, história do xadrez e psicologia educacional.