Entre 1200 aC a 800 aC não havia força militar expressiva na Mesopotâmia. Assim, pequenas nações podiam prosperar. Principalmente a Fenícia, que tinha os melhores construtores navais da época, chamados de atadores. Queria explorar o mais temido lugar: a lendária ilha de Parvaim. Mas dependia do conhecimento dos Cónios, antigo povo que habitou o sul de Portugal”, explica-se, em nota de imprensa divulgada pela autarquia olhanense. Assim se conta a história de Racam, que embora fosse de uma tradicional família de atadores, abandonou os estaleiros para se aventurar no mar. Conheceu Addi, um cónio que procurava o pai, e juntos descobriram um importante segredo dos reis e mercadores. “Logo receberam uma importantíssima missão: viajar para o lugar mais remoto de sempre. Pela força do destino, chegaram a uma ilha chamada Ruairak, habitada por um povo muito primitivo. Racam queria regressar a Tiro, mas o encontro com alguém especial poderia mudar toda a sua vida e até mesmo os seus sonhos…”
