Amigo, estou aqui, mais uma vez, escrevendo sobre o dia sofrido e interminável que tive em uma das escolas que frequento todos os dias. Na verdade, não foi sofrido, foi apenas mais uma luta e que, por incrível que pareça, mais uma vez, venci. Fico pensando, amigo, são exatamente 20 horas e 49 minutos de um dia normal para mim, mas muito especial para meus alunos. O brilho do aprendizado ficava sempre no ar. Minha sensação é fantástica. Para eles, eu sou o máximo, e para mim, eles têm de dar o máximo. É difícil a batalha em ensinar o que muitas vezes os próprios alunos não querem aprender. Penso o que posso fazer para que consigam aprender um conteúdo chato, mas muito importante. E até o momento ainda não descobri.
