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    Canudos: A luta pela terra -

    Edmundo Moniz

    Global
    1988
    110 páginas
    3h 40m
    ISBN-10: 8526000772
    Português Brasileiro
    3.8
    13 avaliações
    Leram17Lendo1Querem18Relendo0Abandonos0Resenhas3
    Favoritos0Desejados18Avaliaram13

    "Canudos não é absolutamente uma rebelião de fanáticos, mas sim, uma corajosa, consciente e organizada luta pela terra, para nela se realizar um tipo de sociedade nova com inspiração no Socialismo Utópico de Thomas More. E Antônio Conselheiro não é um fanático ou uma mistura de místico e fanático, mas, surge na História do Brasil como um autêntico fruto de suas contradições e se transforma em líder de uma gente pobre e espoliada, que ansiava viver pacificamente numa sociedade mais humana, de forma mais feliz."

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    Fabio Guastaferro picture
    Fabio Guastaferro04/11/2015Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Canudos - Uma historia de injustiça

    Canudos sempre me fascinou. Para mim, Antônio Conselheiro foi o primeiro, e talvez o único herói nacional. Ele viveu uma missão e realizou um sonho. Numa época de verdadeira segregação ele criou um Oasis longe da justiça institucionalizada, onde o mais fraco sempre perdia para o mais forte. Um sonho que se desmoronou, literalmente, devido à inveja e o orgulho de alguns poderosos. Por um capricho, Antônio foi o vilão por muitos anos, já que o certo era a lei da republica, independente se era justa ou não. Li este livro com forte cunho histórico para escrever um conto sobre esse herói brasileiro. Ainda tenho que buscar mais, mas quero leituras que estejam longe de influencias e manipulações. Como sempre se diz, a historia é escrita pelos que vencem. Independentes se estão certos ou não.

    1 curtida

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    3.8 / 13
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    • 2 estrelas8%
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    Edmundo Moniz profile picture

    Edmundo Moniz

    Edmundo Moniz (Salvador, Bahia, 2 de novembro de 1911 - 23 de janeiro de 1997) foi um pensador marxista e jornalista brasileiro. Moniz tinha ligações com a IV Internacional e o grupo de Mário Pedrosa. Publica 15 livros, seus principais trabalhos são sobre a Guerra de Canudos, onde aplica aos acontecimentos a lei do desenvolvimento "desigual e combinado" elaborada por Leon Trotski. Foi diretor do extinto Serviço Nacional de Teatro (SNT), durante a presidência de Juscelino Kubitschek e João Goulart, onde trabalha com o crítico de teatro Sábato Magaldi, representante do órgão em São Paulo. Participa da redação da Vanguarda Socialista, junto com Patrícia Galvão, Geraldo Ferraz, o crítico de arte Mário Pedrosa e Hilcar Leite. Integrou a redação do Jornal Correio da Manhã, junto com Antonio Callado, Paulo Francis, Otto Maria Carpeaux, Hermano Alves, Carlos Heitor Cony e Márcio Moreira Alves, tendo participado da redação dos polêmicos editoriais de 31 Março e 1 de Abril de 1964 respectivamente: Basta! e Fora! contra o governo João Goulart.

    6 Livros
    0 Seguidor
    Bahia, Brasil

    Edmundo Moniz