Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores8
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    La Joie de Vivre (Les Rougon-Macquart #12) -

    Émile Zola

    Livre de poche
    1884
    508 páginas
    16h 56m
    ISBN-1: 0
    4.5
    2 avaliações
    Leram1Lendo1Querem6Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos0Desejados6Avaliaram2

    Près d'Arromanches, dans la maison du bord de mer où ils se sont retirés après avoir cédé leur commerce de bois, les Chanteau ont recueilli Pauline, leur petite cousine de dix ans qui vient de perdre son père. Sa présence est d'abord un surcroît de bonheur dans le foyer puis, autour de l'enfant qui grandit, les crises de goutte paralysent peu à peu l'oncle Chanteau, la santé mentale de son fils Lazare se dégrade, l'héritage de Pauline fond dans les mains de ses tuteurs, et le village lui-même est rongé par la mer. En 1884, lorsqu'il fait paraître ce roman largement autobiographique, le douzième des Rougon-Macquart, c'est pour une part ironiquement que Zola l'intitule La Joie de vivre. Car en dépit de la bonté rayonnante de Pauline qui incarne cette joie, c'est l'émiettement des êtres et des choses que le livre raconte. Après Au Bonheur des Dames, grande fresque du commerce moderne, c'est un roman psychologique que l'écrivain propose à ses lecteurs, un roman de la douleur où les êtres sont taraudés par la peur de la mort face à une mer destructrice.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    Gláucia Renata Beretta picture
    Gláucia Renata Beretta16/03/2018Resenhou um livro
    0

    A Alegria de Viver - Émile Zola

    Publicado em 1884, é o décimo segundo volume da saga dos Rougon-Macquart e traz como protagonista Paulina, filha do casal Lisa e Quenu que aparecem como personagens centrais no terceiro volume: O Ventre de Paris. Paulina aos 10 anos ficou órfã e vai viver sob a tutela de um casal de primos, os Chanteau, responsáveis por sua guarda e também pela administração de sua herança, nada desprezível. Eles vivem numa região litorânea bem carente, onde a maioria da população vive à míngua e quase como animais. Lázaro é o único filho do casal, cerca de 10 anos mais velho que a garota e ainda à procura de sua vocação. De personalidade indolente e hipocondríaca o que contrasta fortemente como espírito jovial, alegre e cheio de amor pela vida de Paulina. Até a metade o romance estava muito parecido com o maravilhoso "Casa de Pensão" de Aluísio Azevedo, um dos principais representantes do Naturalismo brasileiro (talvez o maior). Pesquisando descobri que CdP foi inspirado num caso real. Mesmo assim fiquei com o pé atrás já que até o início dos dois é bem semelhante: "Ao darem as seis horas no cuco da sala de jantar, Chanteau perdeu toda a esperança. Levantou-se custosamente da poltrona onde aquecia as suas pesadas pernas de gotoso diante de um fogo de coque. Havia duas horas que esperava a senhora Chanteau, que, depois de uma ausência de cinco semanas, trazia nesse dia de Paris uma priminha deles, Paulina Quenu, órfã de dez anos, cuja tutela o casal aceitara." "Seriam onze da manhã. O Campos, segundo o costume, acabava de descer do almoço e, a pena atrás da orelha, o lenço por dentro do colarinho, dispunha-se a prosseguir no trabalho interrompido pouco antes." Mas da metade para o final as histórias são muito diferentes. No romance de Zola são abordados, entre outros, assuntos espinhosos como a forma como a pobreza corrompe a inocência da criança e é capaz de destruir a infância. De todos os livros que li do autor, esse se destaca por trazer minha personagem preferida e digna de admiração por sua força, altruísmo, resignação e amor pela vida a despeito de toda sua miséria e sofrimento: Paulina entra para minha galeria de personagens inesquecíveis.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.5 / 2
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola profile picture

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

    99 Livros
    156 Seguidores

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola