Eu achei o livro maravilhoso. Não sabia bem o que esperar, mas ele me surpreendeu positivamente. Uma vez que o comecei, não consegui mais parar. Me diverti muito com Quinn. Nem sei se a intenção era ele ser engraçado, mas o homem soltava cada comentário que me pegava totalmente desprevenida. Daí, era só risos. Ele é irresistível. Tinha tudo para ser um canalha, mas no final das contas ele era mesmo é adorável. Quanto a Esme, achei que ela iria me irritar no começo pela teimosia em aceitar a companhia de Quinn, mas isso não aconteceu. Eu entendi bem o ponto de vista dela. E para seu crédito, quando passou a conhecê-lo melhor, viu o verdadeiro Quinn: um homem em busca de redenção. E não lutou contra isso. Eles, que pareciam ser tão errados um pro outro, acabaram sendo perfeitos juntos.
Ainda podemos acompanhar um romance secundário envolvendo o irmão de Esme, Jamie, e a ex-noiva dele, Catriona. No passado, ela o abandonara sem lhe dar explicações. Isso quase destruiu a ambos e o verdadeiro motivo é um mistério a ser revelado — graças a Deus — nesse mesmo livro. E também conhecemos um outro personagem importante: Gordon McHeath, advogado tanto da família de Catriona quanto da família de Quinn. Ele é responsável por boas cenas de ciúmes de Quinn (involuntariamente) e também tem seu próprio livro.
A Dama e o Libertino foi uma grata surpresa. Tenho certeza que amantes de romances históricos vão se apaixonar. Eu, que tenho reservas em relação a históricos, amei. Se tornou um dos meus livros favoritos. Super-hiper-ultra-mega-power recomendado, esse eu assino embaixo!
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