Ruim é pouco.
Aprendi sobre a inveja em três páginas. O restante foi repetição. Fatos, espaços, restaurantes e explicações sobre filmes e arrazoados de receitas, religião e diálogos absurdos. Nas várias entrevistas que acompanhei, antes de conhecer o livro, parecia ser uma obra para se aprender. Talvez sobre a inveja, mas nunca sobre o que pretendeu fazer que era um misto de romance para explicar. Não existe romance. Um arrazoado de lugares e receitas, cujas informações podem ser vistas e listadas em qualquer site ou blog. O psicólogo é desconhecido para mim. O artista, dito escritor, é péssimo. Estou sujeito a ser tratado da mesma maneira, mas fiquei realmente aborrecido com mais de vinte páginas onde se encontram erros, patéticos, de separação silábica. Paciência. Fãs, defendam-no. Eu não aconselho a ler, mas...
