Tome o livro ao alcance do olhar, (a leitura é o combustível), tome-o pois, à mão, o tal dispositivo, livro (é no bunker de neurônios o mistério, à senha), que ninguém sabe, ainda, ao certo, ao torque da chave na ignição, se ligará ou não.
Tome o livro ao alcance do olhar, (a leitura é o combustível), tome-o pois, à mão, o tal dispositivo, livro (é no bunker de neurônios o mistério, à senha), que ninguém sabe, ainda, ao certo, ao torque da chave na ignição, se ligará ou não.

Alexandre Guarnieri (carioca de 1974) é poeta e historiador da arte. Atualmente pertence ao corpo editorial da revista eletrônica Mallarmargens e integra (desde 2012), com o artista plástico, músico, ator e poeta, Alexandre Dacosta, o espetáculo mutante [versos alexandrinos]. Casa das Máquinas (Editora da Palavra, 2011) é seu livro de estreia e está disponível online (no issuu.com). Publicou poemas em revistas e jornais, dentre eles o Panorama da Palavra, Urbana, O Carioca, Suplemento Literário de Minas Gerais, dEsEnrEdoS, RelevO, Eutomia, Zunái, Musa Rara, Acrobata e Germina. Em 2014, participou das antologias Essas águas (Org. Vagner Muniz, 2014 [ebook]) e Hiperconexões: realidade expandida, volume 2 (poemas sobre o pós-humano; Org. Luiz Bras, Patuá).