Setembro de 2009
"A nova Segunda Guerra Mundial" Releitura por novos historiadores, somando particularidades não convencionais na percepção geral do conflito. Não são tão desconhecidas ou novidade, costumam não receber devida atenção no conservadorismo didático estabelecido (subjetivo a interesses escusos). Veja se procedem os registros a seguir... Hitler foi péssimo estrategista militar, com sua prepotência e megalomania levando-o à ruína; as ofensivas da Rússia foram determinantes para a vitória sobre os nazistas, com EUA e Aliados como coadjuvantes; no Dia D (invasão da Normandia) os alemães, em termos gerais, já estavam derrotados; e a participação brasileira é supervalorizada. Os ponto mais interessantes foram sobre o Dia D, visto de maneira clichê como o mais decisivo para a derrocada nazista. O texto listou eventos anteriores mais impactantes, relacionados à vitórias dos russos, que poderiam ser chamados Dias A, B e C (fim da Batalha de Stalingrado, Batalha de Kursk e retomada da ucrânia). A invasão da Normandia e detonação das famigeradas bombas foram desdobramentos secundários na derrota já imposta... transparecem ostentação ideológica). O outro destaque foi a realidade dos pracinhas, com dificuldades, despreparo, falta de conhecimentos ou experiência e contando com ajuda de exércitos aliados em necessidades básicas, tendo vitórias também em contexto de abalo de derrota se perpetuando entre os alemães. Sei que os brasileiros foram propaganda ideológica do getulismo, basta ver a manipulação dos soldados da borracha, mas não vou deixar de dar os méritos aos exércitos, tanto os brasileiros quanto os do Dia D. Mais ou menos os teor da reportagem... "A vida dos tímidos" Duas considerações mereceram destaque (instigantes para divagações): a timidez excessiva comparada a um tipo de narcisismo (a pessoa percebendo-se ou colocando-se no centro das atenções, ainda que não deseje ou a realidade não seja essa); e a liderança por tímidos correlacionar com produtividade (teoricamente, por dar mais atenção à produçào do que a status). Reconheço pragmaticamente tais observações... "O fim do livro?" Sobre a cultura crescente de livros digitais. Penso que não vão acabar, no formato físico, porém, o mesmo não se pode dizer, infelizmente, para muitas bibliotecas e livrarias... O que era para ser somatória, acabou como substituto... Registro final para a graphic novel "Umbigo sem fundo", de Dash Shaw. Parece viajar em devaneios sobre conflitos familiares. Quero ler. Essas e outras na edição.



