1001 cervejas para beber antes de morrer -

    Adrian Tierney-Jones

    Sextante
    2012
    960 páginas
    1d 8h 0m
    ISBN-13: 9788575427316
    Português Brasileiro

    Há um mundo novo a ser descoberto a respeito da bebida mais popular do Brasil. Você vai se surpreender com a variedade de sabores, texturas, cores e ingredientes que vão muito além das cervejas que costumamos encontrar nos bares e restaurantes do país. Escrito por uma equipe de 40 especialistas, 1001 cervejas para beber antes de morrer é um guia indispensável para quem quer sair da rotina e experimentar as inimagináveis possibilidades que essa bebida oferece. Em 1001 resenhas curtas, você vai encontrar informações sobre o aroma e o paladar de cada cerveja, explicações sobre o processo de produção, a temperatura ideal em que deve ser servida e notas de degustação que irão ajudá-lo a escolher o estilo mais adequado para cada ocasião. Ilustrado com mais de 800 imagens de garrafas, rótulos, pôsteres e cervejarias, este livro apresenta as cervejas em todo o seu esplendor – das artesanais às mais tradicionais, das gastronômicas às mais populares.

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    Rodrigo De Araújo Rosa03/02/2020Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    1001 Cervejas

    Li 1001 Cervejas para Beber Antes de Morrer numa época em que ainda apreciava uma boa cerveja, e o livro cumpriu bem o papel de guia de referência. É uma obra visualmente bonita, bem organizada e com descrições que despertam a curiosidade até dos paladares mais exigentes. Embora seja impossível (ou quase!) experimentar todas as 1001, consegui degustar cerca de 100 rótulos — e muitos deles encontrei justamente por causa do livro. A diversidade apresentada é impressionante, com estilos, origens e tradições cervejeiras do mundo todo. Para quem está começando ou quer expandir horizontes, é um prato cheio. No entanto, com o tempo, percebi que o foco tende a privilegiar certas escolas (como a belga e a britânica), deixando outras um pouco de lado. Também senti falta de um olhar mais atualizado ou crítico em alguns momentos — afinal, o mercado cervejeiro artesanal evolui rápido. Hoje, mesmo sem consumir mais álcool, ainda vejo o livro como um bom registro cultural e uma curiosidade de prateleira. Não é perfeito, mas tem seu valor — especialmente para quem viveu (ou vive) o prazer de descobrir uma nova cerveja como quem descobre uma pequena história em garrafa.

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