O autor trata, na primeira parte do livro, da herança portuguesa e das vicissitudes da formação colonial; na segunda parte do século XIX; e, na terceira parte, do início do século XX. Trecho do Prefácio [...] Desde 1937, quando assumi o cargo de assistente da cadeira de filosofia [...] julguei que devia chamar a atenção dos nossos estudantes para as vicissitudes pelas quais passaram, em nossa terra, as correntes filosóficas estrangeiras e, sobretudo, para a curiosa significação que elas têm apresentado no evolver de nossa história [...] Para que o pensamento não seja mera fantasia sem proveito [...] é mister que não perca contato com a história, com os problemas reais da vida.

