Eu particularmente me assusto com esta coisa de mitologia nipônica e por vezes, ainda fico pensando, no que deu na mente dos japinhas, quando eles ora criam seres fantásticos e criaturas do outro mundo para poder explicar determinadas situações.
Bom, Baku é uma delas. Baku é uma criatura que devora pesadelos das pessoas e cá pra nós... É algo bem esquisito. E este mangá, por ter uma singularidade de traços, eu praticamente me perdi e não sabia mais quem era quem e dei unfollow na leitura dele por conta da confusão mental que causou em mim... E hoje, muitos meses depois de minha primeira tentativa de leitura, compreendi que a cena em que eu mal sabia o que era, se tratava de um flashback. Eu fiquei simplesmente fascinado com os traços do mangáka, ele é incrível. HIPNOTIZA issai!
Muito bonito, além dos traços, a história (curta) é de uma carga emocional grande. Mas, mesmo depois de terminar (contente) a parte do mangá literalmente reservada ao ser mítico "Baku", entra em cena um moçoilo ainda mais doido que o primeiro. Se trata de "Mephisto". A história dele é, tão genial quanto a do Baku e isso, eu digo com certeza, deixou o mangá ser encerrado por chave de ouro.
Fantástico, impressionante, fascinante, intrigante, emocionante, profundo, triste... Este mangá é muito bom e não consegui me conter, chorei no final das ultimas paginas.