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    Um Cadáver Ouve Rádio (Coleção Vaga-Lume #20) -

    Marcos Rey, Marcos Rey

    Ática
    1983
    126 páginas
    4h 12m
    ISBN-10: 8508001150
    Português Brasileiro
    3.8
    7140 avaliações
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    Favoritos316Desejados1122Avaliaram7140

    Em um prédio abandonado é encontrado um rádio ligado e do lado dele uma pessoa assassinada. O corpo do cadáver encontrado é de Boa-vida, um sanfoneiro muito querido. Quem pode estar interessado no assassinato de um pobre sanfoneiro? Léo, Gino e Ângela resolvem investigar o crime, descobrindo que a arma do crime era uma espécie de sabre chinês, muito bonito, com desenhos orientais no cabo, o que os leva a uma estranha galeria de suspeitos.

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    Clio picture
    Clio12/08/2023Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    O terceiro volume de mistério com o trio Léo, Angela e Gino. Marcos Rey não era o tipo de escritor que subestimava crianças, então montou uma verdadeira charada policial envolvendo um sanfoneiro morto, um nordestino e um terreno em construção. Parece piada do tipo dois sujetos entram num bar... Como era próprio de seu estilo, o autor ainda comenta sobre a migração nordestina para a cidade de São Paulo, o preconceito, e a corrupção. Nada é verdadeiramente explícito, a narrativa do livro é mais ao estilo resolução de mistério do que literatura de ação. Recomendo.

    125 curtidas

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    Avaliações

    3.8 / 7140
    • 5 estrelas28%
    • 4 estrelas30%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas1%
    Edmundo Donato profile picture

    Edmundo Donato

    Autor de vários livros, entre eles romances policiais ambientados em São Paulo. Edmundo Nonato, seu nome verdadeiro, nasceu no bairro do Brás em 17 de fevereiro de 1925, filho caçula de um empresário gráfico de formação presbiteriana. Entrou em contato com a literatura pela obra de Monteiro Lobato, impressa na gráfica do pai. Terminou o curso clássico aos 18 anos e, quando se preparava para ingressar na Faculdade de Direito, foi acometido por lepra e recolhido no Sanatório Padre Bento, em Guarulhos, em regime de prisão. Em 1946 fugiu a pé para o Rio de Janeiro, onde viveu entre o subúrbio e a zona de prostituição da Lapa. A experiência serviu de subsídio para obras como "O enterro da cafetina" (1967) e "Memórias de um gigolô" (1968). Sobreviveu de traduções de livros infantis e de cartas que escrevia para prostitutas analfabetas. Voltou para São Paulo, curado da lepra, e em 1953 publicou seu primeiro livro, "Um gato no triângulo". Assinou 30 roteiros de cinema, entre eles várias pornochanchadas. Em 1967 fez sua primeira telenovela, "O grande segredo". Escreveu capítulos para o programa infantil "Vila Sésamo' e é um dos responsáveis pela adaptação do "Sítio do Picapau Amarelo" para a televisão. Na década de 80 iniciou sua obra infantojuvenil a pedido da Editora Ática, pela qual publicou sucessos de venda como "O mistério do Cinco Estrelas" e "O rapto do Garoto de Ouro". Morreu em São Paulo, no dia 01 de abril de 1999, de câncer no fígado. Suas cinzas foram lançadas de um helicóptero pela sua esposa sobre São Paulo.

    50 Livros
    339 Seguidores
    São Paulo, Brasil

    Edmundo Donato