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    O Espírito do Cristianismo -

    Cairbar Schutel

    O Clarim
    1930
    356 páginas
    11h 52m
    ISBN-10: 8573570539
    Português Brasileiro
    3.9
    6 avaliações
    Leram9Lendo1Querem11Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos1Desejados11Avaliaram6

    Com o auxílio da inspiração que pôde haurir dos Benfeitores Espirituais, Cairbar Schutel escreveu este livro em linguagem direta, de Espírito a Espírito, sem os dogmas ou interpretações humanas, para estudar e entender o espírito do cristianismo.

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    D T G06/09/2021Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Possui bons ensinamentos

    É um livro escrito em 1930, tem boas reflexões sobre passagens e ações de Jesus. O ponto forte é que trechos do mesmo relato nos evangelhos sinóticos são apresentados para podermos comparar o estilo e a visão de cada evangelista. O ponto fraco, e que vale a nota mais baixa, é o preconceito às religiões católica e protestante. É o tipo de situação que estudantes do Espiritismo não podem reproduzir mais. Não somos o suprassumo do entendimento religioso e não estamos mais avançados que outras religiões. Cada pessoa está no momento ideal de seu entendimento e conhecimento e isso deve ser respeitado. A mensagem que vale é a de Jesus, que procura aproximar as pessoas para o cumprimento da Lei de Amor. Tendo atenção e excluindo as falas preconceituosas, pôde-se aproveitar muito material em estudos.

    1 curtida

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    3.9 / 6
    • 5 estrelas33%
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    Cairbar de Souza Schutel profile picture

    Cairbar de Souza Schutel

    foi um divulgador espírita e político brasileiro. Foi o primeiro intendente (cargo equivalente ao atual prefeito) de Matão, cargo que exerceu de março a outubro de 1899, e, depois, de 18 de agosto a 15 de outubro de 1900. Insatisfeito com as explicações do padre local para os seus constantes sonhos com os falecidos pais, em 1904 passou a frequentar sessões de tiptologia com a trípode (pequena mesa com três pés). Nestas sessões espíritas, conclui que a vida continuava além-túmulo, passando a estudar e vindo a abraçar a doutrina espírita, dela se tornando um dos maiores propagandistas. É conhecido ainda hoje, entre os espíritas, como o Bandeirante do Espiritismo, devido ao empenho com que se dedicou à divulgação do Espiritismo ao longo de sua vida. A 15 de julho de 1905 fundou o "Grupo Espírita Amantes da Pobreza" (atual Centro Espírita O Clarim). No mês seguinte, fundou o jornal espírita "O Clarim" (15 de agosto), em formato pequeno, que logo se ampliou, atingindo, no século XXI, a tiragem de 10.000 exemplares. Neste período, manteve viva polêmica com o padre João Batista Van Esse, que quase terminou em tragédia, não fosse a intervenção de um advogado, aborrecido com o barulho provocado pelo clérigo e seus apoiantes. No final desse mês desposou Maria Elvira da Silva Schutel (31 de agosto). Em 1912, já conhecido como o "Pai dos Pobres de Matão", fundou um pequeno hospital de caridade, para atender aos doentes pobres. Dois anos mais tarde, em 1914, começou a visitar os presos na Cadeia Pública de Matão, onde era chamado sempre que algum detento era acometido de surto psicótico. Dentro dessa linha de atividades, em 1917 estendeu as visitas aos detidos na Cadeia de Araraquara, onde proferia palestras. A 15 de fevereiro de 1925, fundou com o auxílio moral e material do amigo Luiz Carlos de Oliveira Borges a RIE - Revista Internacional de Espiritismo, publicação mensal dedicada aos estudos dos fenômenos anímicos e espíritas. No período de 19 de agosto de 1936 a 2 de maio de 1937 profere, aos domingos, as conhecidas quinze "Conferências Radiofônicas", através da Rádio Cultura PRD—4, de Araraquara, publicadas em livro no mês de setembro de 1937. Após curta enfermidade, tendo falecido vítima de um aneurisma cerebral às 16:15, na mesma noite, através do médium Urbano de Assis Xavier, comunicou-se e sugeriu a seguinte frase para a lápide em seu túmulo: "Vivi, vivo e viverei porque sou imortal".

    20 Livros
    10 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Cairbar de Souza Schutel