High Fidelity -

    Nick Hornby

    Riverhead Books
    1996
    323 páginas
    10h 46m
    ISBN-10: 1573225517

    Rob is a pop music junkie who runs his own semi-failing record store. His girlfriend, Laura, has just left him for the guy upstairs, and Rob is both miserable and relieved. After all, could he have spent his life with someone who has a bad record collection? Rob seeks refuge in the company of the offbeat clerks at his store, who endlessly review their top five films (Reservoir Dogs...); top five Elvis Costello songs ("Alison..".); top five episodes of Cheers (the one where Woody sang his stupid song to Kelly...). Rob tries dating a singer whose rendition of "Baby, I Love Your Way" makes him cry. But maybe it's just that he's always wanted to sleep with someone who has a record contract. Then he sees Laura again. And Rob begins to think (awful as it sounds) that life as an episode of thirtysomething, with all the kids and marriages and barbecues and k.d. lang CD's that this implies, might not be so bad.

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    Ya'akov. O. picture
    Ya'akov. O.11/08/2025Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Rob Fleming, dono de uma loja de discos em Londres, é um personagem cheio de dúvidas e imperfeições, o que torna sua história fácil de se identificar mesmo quando ele me irrita. Rob vive preso no passado, criando listas para justificar seus erros amorosos e se colocando muitas vezes como vítima: “Eu tinha que entender onde eu tinha errado. O problema é que eu não queria entender. Eu só queria me sentir vítima.” Essa postura pode cansar, e a narrativa é muito centrada na visão masculina, deixando personagens como Laura pouco explorados. Por outro lado, Rob é honesto sobre suas falhas: “Eu nunca fui bom com pessoas, mas sou ótimo com músicas.” Sua ligação profunda com a música é o que move o livro. Canções como “Dry the Rain” (The Beta Band), “London Calling” (The Clash) e “A Case of You” (Joni Mitchell) não são só trilha sonora, mas personagens que ajudam a contar sua história. Rob admite sua vulnerabilidade: “Não é que eu não queira mudar, é que não sei como.” Essa luta constante, cheia de humor e melancolia, faz de Alta Fidelidade uma leitura real e cativante, sobre amadurecimento, apego ao passado e o poder da música para nos guiar. Recomendo para quem gosta de histórias humanas, imperfeitas, com muita música boa e um toque de ironia. 3/5 Divertido e sincero, mas com um protagonista que pode cansar pela imaturidade. Ainda assim, a música e o humor salvam a narrativa.

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