Contribuição
Há certos exageros, como: forçar o conceito do dízimo no Éden, presente na árvore do conhecimento do bem e do mal; transportar as maldições da Lei para a era da graça e; “descobrir” a presença do dízimo em textos veterotestamentários que, na verdade, dizem respeito a outro tipo de contribuição. Há também: uma organizada divisão e explicação das diferentes ofertas na dispensação da lei; a verdadeira motivação que deve levar o oferente à contribuição e; uma boa e breve definição acerca da providência de Deus. Em suma, se fosse um tratado sobre a contribuição cristã de modo geral seria mais bíblico. Dada a intenção de ser um tratado sobre o dízimo, há falhas e indução desonesta, claro, provavelmente por ledo engano!?
