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    O Balé Quebra-Nós -

    Carlos Eduardo Novaes

    Nórdica
    1986
    191 páginas
    6h 22m
    ISBN-10: 8570070659
    Português Brasileiro
    3.8
    29 avaliações
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    Trata-se de uma obra que reúne textos escritos por Carlos Eduardo Novaes em 1978, muitos dos quais abordando a sucessão presidencial a ser efetivada no ano subseqüente. O autor revela grande capacidade humorística, ao retratar os absurdos ditatoriais brasileiros, devido a exacerbação do autoritarismo ou mesmo a subserviência aos donos do poder (como em “A Guimba”). Outras questões são abordadas, em textos via de regra hilários, como no caso da burocracia brasileira, em “O Caso do Usuário Medeiros” e “O Bebê de Rosemary”.

    Resenhas (1)Ver mais
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    Guilherme B.11/09/2010Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Trata-se de uma obra que reúne textos escritos por Carlos Eduardo Novaes em 1978, muitos dos quais abordando a sucessão presidencial a ser efetivada no ano subseqüente. O autor revela grande capacidade humorística, ao retratar os absurdos ditatoriais brasileiros, devido a exacerbação do autoritarismo ou mesmo a subserviência aos donos do poder (como em “A Guimba”). Outras questões são abordadas, em textos via de regra hilários, como no caso da burocracia brasileira, em “O Caso do Usuário Medeiros” e “O Bebê de Rosemary”. Vale enfatizar a valoração positiva que o autor faz acerca do direito de voto e da participação democrática em geral, como conquistas tão distantes quanto necessárias, especialmente diante do atual ceticismo perante a atuação política dos representantes que são eleitos, fato que gera interessante contraposição das pretensões democráticas da época perante a situação contemporânea.

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    Carlos Eduardo Novaes

    Carlos Eduardo de Agostini Novaes nasceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ) em 1940. Romancista, dramaturgo, contista e, durante anos cronista no Jornal do Brasil, em 1958 mudou-se para Salvador (BA), onde permaneceu por dez anos. Estudou Direito na Universidade Federal da Bahia e, para seu sustento, exerceu variadas atividades profissionais, como agente rodoviário, dono de dedetizadora e sócio de uma fábrica de sorvete. De volta ao Rio de Janeiro, em 1969, inicia a atividade de cronista no jornal Última Hora. Em 1972, trabalha no Jornal do Brasil - JB, criando prognósticos bem-humorados para a Loteria Esportiva e passando depois a cronista. Assim nasce seu primeiro livro, "O Caos Nosso de Cada Dia", uma reunião de crônicas escritas para o JB, publicado em 1974. O trabalho nesse jornal se estende por 13 anos e dá origem à maior parte de seus livros. No teatro, além de atuar, escrever e dirigir várias peças, é presidente da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais - Sbat e vice-presidente da Federação Internacional de Sociedades de Autores Dramáticos - Fedra. Seus livros abordam, entre outros, temas ligados à política brasileira, ao cotidiano urbano, à vida conjugal e ao universo adolescente, sempre de forma crítica e bem-humorada. É diretor da Casa do Riso, no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, um teatro dedicado exclusivamente ao humor.

    29 Livros
    36 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Carlos Eduardo Novaes