Há alguns anos a Escola Austríaca e de Chicago vêm ganhando notoriedade em mídias e movimentos de playboys frustrados (como MBL, representado muito bem pelos canalhas Kataguire, o Tarado de Kiev e Nikolas Ferreira, o que há de mais chulo e vil na política), com isso, autores como Mises, Hayek e Rothbard chamam mais a atenção, sendo elogiados por aqueles canalhas. Já mostramos aqui os tantos erros; que, em verdade, são deliberações para promover a ideologia burguesa; de Rothbard acerca do Estado, vejamos a canalhice de Mises a seguir:
1° Mises critica à fundo apenas os "marxistas" da Internacional Amarela, como Kautsky; crítica rasa que é melhor realizada por Lênin em diversos textos.
2° O autor passa por simplificações lógicas que apenas existem e operam em sua mente:
2.1. Mises entende que os meios de produção deveriam estar em circulação, deveriam ser intercambiáveis no mercado para poder realizar qualquer sistema contábil social, Mises coloca a questão como se qualquer um fosse ao mercado mais próximo e comprasse caldeiras e fornos de metalurgia, como se a maioria das pessoas estivessem atrás de meios de produção (vide "A distribuição de bens de consumo no socialismo"); o que é terminantemente falso.
2.2. A expropriação e coletivização dos meios de produção são característicos do modo de produção (termo que, aliás, Mises rejeita sem nenhum rigor teórico) socialista, por isso, não estão sob a lógica da troca. Até aqui não há problema algum. Porém, Mises retira, em sua cabeça, não só da troca, mas da produção! Não entende que é possível determinar o valor-trabalho de meios de produção, o que é possível porque esses tem de ser produzidos!
2.3. Mises não entende o Socialismo Real, diz que só tem dado certo, até o ponto que ele escreveu, por não se tratar, ainda, do socialismo; criando, assim, um socialismo que só existe para ele.
3. Mises tira, por pura e simples vontade, qualquer possibilidade de valor objetivo, que foi tão postulado pela Economia Política; Smith, Ricardo, etc. O valor-trabalho é uma categoria entendida teoricamente a partir da realidade. Mises, justamente por tentar passar do pensamento, da ideologia burguesa, para a realidade, o autor é capaz de se livrar da objetividade. Se entendesse o mundo real, Mises teria retirado estas considerações vergonhosas.
Como sempre, não conseguem entender a realidade e, por isso, só servem à reação. Nem entendem que não há capitalismo sem Estado, imagina entender a história!