Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores4
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Impostura -

    Enrique Vila-Matas

    Anagrama
    1984
    117 páginas
    3h 54m
    ISBN-10: 8433917072
    Espanhol
    5
    1 avaliação
    Leram1Lendo1Querem2Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados2Avaliaram1

    La fotografía de un anónimo enfermo mental al que encontraron robando vasos funerarios en un cementerio de Barcelona, y dice no recordar nada de su pasado, llega en 1952 a las páginas del periódico La Vanguardia, para que el sujeto pueda ser identificado. La señora Bruch reconoce en la fotografía a su marido, el ilustre escritor falangista Ramón Bruch, desaparecido en plena campaña de la División Azul en Rusia. Al mismo tiempo, otra mujer lo reconoce como el tipógrafo Claudio Nart, antiguo anarquista, extorsionador y ladrón. A partir de este equívoco, el astuto desmemoriado va a establecer un juego de intereses y sospechas que, implicando al lector, y con la complicidad del autor, conforman un relato inquietante en torno al tema de la identidad imposible. Por supuesto, el tema es un hecho real, el caso Carlla-Bruneri, que sacudió a la Italia de los años veinte y dividió al país en partidarios de una u otra de las dos identidades de un desmemoriado recluido en el manicomio de Collegno y al que dos mujeres de diferente extracción social, reconocieron apasionadamente como su marido.

    Estatísticas

    Avaliações

    5 / 1
    • 5 estrelas100%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Enrique Vila-Matas profile picture

    Enrique Vila-Matas

    Enrique Vila-Matas (Barcelona, 1948) é um escritor espanhol. Nasceu em Barcelona em 1948. Em 1968 foi viver para Paris, auto exilado do governo de Franco e à procura de maior liberdade criativa. O apartamento onde se instalou foi-lhe alugado pela escritora Marguerite Duras. Durante esse anos subsistiu realizando pequenos trabalhos como jornalista para a revista "Fotogramas", e chegou a colaborar como figurante em Estoril num filme de James Bond. Vila-Matas publicou o seu primeiro livro, "La Asesina Ilustrada", em 1977, e desde então não mais deixou de escrever pois, segundo ele, "escrever é corrigir a vida, é a única coisa que nos protege das feridas e dos golpes da vida." Com a publicação de "História Abreviada da Literatura Portátil" começou a ser reconhecido e admirado no âmbito internacional, especialmente nos países latino-americanos, França e Portugal. As suas obras são uma mescla de ensaio, crônica jornalística e novela. A sua literatura, fragmentária e irônica, dilui os limites entre a ficção e a realidade. Desenvolveu uma ampla obra narrativa que se inicia em 1973 e que, até à data, foi traduzida para 29 idiomas. Atualmente é um dos narradores espanhóis mais elogiados pela crítica nacional e internacional.

    42 Livros
    80 Seguidores

    Enrique Vila-Matas