Alemanha 1938 - Um Militar Brasileiro e sua Família na Alemanha Nazista

    Eduardo Infante

    Prata Editora
    2012
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9788586307454
    Português Brasileiro

    Este livro é baseado em fatos reais e conta a história do Major do Exército Brasileiro Gellio de Araújo Lima que, em 1938, foi enviado pelo Ministério da Guerra para uma missão de cinco anos na Alemanha nazista. Nesse ano, o governo brasileiro fechou o maior contrato de sua história, para a compra de armamentos pesados. Gellio, que se tornaria anos depois um dos últimos Marechais do nosso Exército, mudou-se para a cidade de Essen, no norte da Alemanha, com toda a sua família. Foi uma aventura conturbada, uma missão encurtada pelo início da Segunda Guerra Mundial. Descubra como era o dia a dia da família em um país diferente e a convivência do Major com os mais altos escalões das forças armadas alemãs e o contato com o mais famoso empresário da Alemanha, Alfried Krupp, o homem mais rico da Europa, que foi responsável pela fabricação da maior parte de todos os armamentos utilizados pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. A perseguição aos judeus, a histeria nazista que tomou conta da sociedade alemã e uma fuga pela Europa, vigiada pela Gestapo, fazem parte do enredo dessa história que vai prender a atenção dos leitores, do começo ao fim.

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    Alcyr Spindola Filho picture
    Alcyr Spindola Filho01/07/2019Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Escrito por um profissional, mas para leitores amadores

    A base é interessante. Familia de militar brasileiro na Alemanha nazista, só que.... O texto é sofrível, mas o autor é ?escritor e editor (...) há mais de 20 anos no segmento?, então a sofridão é intencional, provavelmente focando em leitores que sejam estudantes ou nos familiares do autor e dos protagonistas da estória (sim, o autor é neto deles). Os parágrafos, curtos, tem sempre em torno de 6 linhas, várias informações são repetidas e muitas palavras aparecem entre aspas, destacando irritantemente seu uso figurativo. As reações pessoais ganham destaque, numa tentativa de romancear a história. Pensamentos dos personagens são expostos como se o autor soubesse o que eles pensaram (?Krup p se impressionou ... [sobre Gelio]... ser sobrinho do marques de Olinda?...). Afirmações duvidosas aparecem sem grande procuração de confirmação histórica (?É muito provável que Hitler e a cúpula nazista fossem, na verdade, satanistas?). No final, o livro está mais para um mal-escrito relato social-familiar do que a prometida visão sobre um militar brasileiro na ?Alemanha 1938?.

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