O gênero ficção científica mantém uma relação notável sobre a imaginação e entusiasmo do público, cativando grandes audiências em todo o mundo e ganhando lucros cada vez maiores. Filmes de ficção científica cogitam a possibilidade de viajar no tempo e a visita de extraterrestres transportando-nos através da imaginação para mundos transformados pela ciência moderna e pela tecnologia. Eles também fornecem um meio através do qual questões como identidade pessoal, os juízos de valor, a consciência artificial, entre outras categorias podem ser acrescentadas na discussão. Neste A Filosofia no filme de ficção científica, os ilustres autores exploram as histórias, conflitos e temas da ciência em quinze filmes clássicos de ficção, desde Metropolis (1927) até Matrix (1999). O editor Steven M. Sanders e um grupo de proeminentes filósofos e estudiosos de cinema, levam a crítica do filme de ficção científica para um novo nível, penetrando na superfície dos filmes para expor os argumentos filosóficos subjacentes, perspectivas éticas e visões metafísicas. Na introdução Sanders apresenta uma visão geral e faz a avaliação de cada ensaio colocando questões para os leitores considerarem como pontos de partida de discussão sobre os filmes. Na primeira parte, "Enigmas da Identidade", lida com a natureza da humanidade tal como é retratada em Blade Runner, Dark City, Frankenstein, Vampiros de Almas e o Vingador do Futuro. Na segunda parte, "Aparições extraterrestre, Viagem no Tempo, e a Inteligência Artificial, os colaboradores discutem 2001: Uma Odisséia no Espaço, O Exterminador do Futuro, 12 Macacos e O Dia em Que a Terra Parou e analisam os desafios de inteligência artificial, os paradoxos das viagens no tempo, e a ética da guerra. A parte final, "Admirável mundo novo: futurismo e ficção científica," observações sobre as visões do futuro em Metropolis, Matrix, Alphaville, e as adaptações cinematográficas da obra 1984 de George Orwel.