Superinteressante N° 245 (Novembro de 2007) - Tropas de Elite

    Abril

    Abril
    2007
    122 páginas
    4h 4m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Fazer Faculdade; Armas que mudaram as Guerras; Nerds; Onde Viemos; Wikipedia; Bíblia.

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    Novembro de 2007

    "Tropa revelada" A Super pegou carona em "Tropa de Elite" para abordar as origens desse conceito de polícia e suas realidades, seja no que o filme apresentou ou não. Vemos origens correlacionadas à debilidade do estado ante a criminalidade (que se apresenta mais paramentada), o que ocorreu em Xangai na década de 1920, levando à formação da primeira tropa de elite moderna que se tem notícias. Especialistas comentaram que o treinamento é mais visceral do que o filme mostrou, com ações como cavalgar por longo tempo sem selas e sentar depois em salmora. A rigidez foi questionada, com parecer de seleção dos mais aptos, preparo para situações limite e maior empatia com as vítimas. O texto também tratou da história das polícias de elite no país e o destaque (em minha leitura) foram os desencadeamentos: aumento da violência, corrida armamentista e elevação da corrupção. O entendimento do último tópico foi interessante, correlacionado à estratégia de proteção da criminalidade junto a elementos do poder (por conta do terror diante da letalidade das tropas). Guardei a percepção de fraqueza do estado, o que reforçou a visão popular de necessidade das tropas, entre outros motivos, principalmente pelo descrédito na justiça. Por aí a reportagem... "Os Pirarrãs" Vi citação a estes indígenas num programa do Mion, despertando curiosidades. E com razão, pois vivem pragmatismo reducional que instiga linguistas e outros estudiosos, pelo alfabeto com poucas letras, conversas apenas no que viram, sem conjecturas, ausência de ficção e de sistema de numeração especializado (reduzindo tudo a muito ou pouco). É um primitivismo que instiga a ciência. Vou registrar bobagem nada a ver no texto, a primeira impressão que tive.... Pareceu-me metáfora ao materialismo, como no descrédito em Hebreus 11:1 "A Bíblia como ela é" Trouxe a experiência de um jornalista que por um ano viveu (pelo menos na cabeça dele) o que a Bíblia ensina. Registre-se que a ênfase foi moldada pelo Antigo Testamento, que remete à dispensação da Lei, diferentemente da dispensação da Graça no Novo Testamento (algo que provavelmente desconhecia). Informação importante no texto foi de que interpretou tudo isoladamente, da sua forma, o que levou à adaptações ridículas. O que ele fez, em linhas gerais, foi se tornar um legalista, que alterava leis para sua conveniência como faziam os fariseus. A Lei servia para mostrar que o homem era pecador e necessitado de salvação, que veio através da Graça redentora de Jesus. A Lei fazia o homem ver sua miséria e clamar por salvação. Olha, a Lei tinha um contexto também, mal compreendido se retirado. Vou registrar algo que poucos entenderão... O pecado corrompeu o homem pós queda e este se apegou a vários conceitos sem Deus, sem a originalidade do plano de Deus, como amar, perdoar, viver a unidade em temor de Deus. O Senhor instituiu a monogamia e o homem estabeleceu poligamia; Deus exortava o homem ao perdão e conciliação e o homem fez vingança pela espada olho por olhor; Deus mostrou-se o único Senhor e o homem estabeleceu idolatria; Deus ensinou a santidade e o homem se corrompeu com costumes pagãos, entre eles a escravidão. Enfim, diante do caos, Deus estabeleceu ordem e esta passou pela Lei, para mostrar a incapacidade do homem de se salvar por conceitos pessoais. Observe que na Lei a ordem foi estabelecidade considerando muito da percepção de mundo do homem. Quer exemplo? Quando Caim matou Abel, Deus não permitiu que ele fosse assassinado em vingança, que a justiça não fosse essa. Qual o quê! O que o Senhor ensinou virou até ditado de chacota entre os homens, com a violência imperando e explodindo. Então o Senhor estabeleceu uma ordem nesse caos considerando a visão do homem. Será que me faço entender... Não permitiu mortes, mas depois estabeleceu no conceito que o homem vivia, mas agora com uma ordem no caos. E em Jesus se estabeleceu a redenção perfeita, onde Deus, após o homem notar sua miserabilidade e incapacidade de redenção (que viria a se consumar no Messias, que carregou todo erro humano) reconduz o homem ao plano original, de perdão, reconciliação, amor a Deus e ao próximo, como foi propósito no início. Esse jornalista pareceu querer fazer uma chacota com a Palavra de Deus, falando de impossibilidades pela rigidez. Mano, não a viveu, apenas sombras do passado que apontavam para Jesus (todo conceito de justiça)... E digo mais, se a Lei era rígida, difícil mesmo é viver a Graça: perdoar, amar os inimigos, orar pelos perseguidores, viver o altruísmo, a promoção da paz.... Só citando um pouco... Vai viver, por exemplo, 1 Coríntios 13. Isso sim é difícil, mas jamais impossível quando há comunhão com Deus em espírito e verdade. Poucos entenderão? Essas e outras na edição.

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