Personagens: Jon Blackhawk e Joceline Perry
Estou iniciando hoje a campanha “SEJA PIEDOSO E ARRUME O JON BLACKHAWK PARA A TÍCIA”.
Podem participar do evento todos aqueles com inclinações caritativas e que se sensibilizarem com a necessidade dessa pobre criatura desafortunada de ter esse índio viril e totoso para si.
Por ele eu aceitaria vestir tanguinha, andar seminua (para a desgraça alheia) e dançar em volta da fogueira.
Tendo dito, a resenha:
John é irmão do delicioso mocinho de “Perigoso”, o Kilraven. Mas que família é essa, aliás? Depois falam que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Aí, ó! Caiu!
Ele é um agente do FBI e possui uma assistente jurídica que não faz “trabalhos servis”, a simpática Joceline.
Interessante que esse casal é um tanto incomum em Diana: Jon não é uma toupeira com atitudes tipicamente eqüinas e Joceline não é virgem e muito menos boba e capacho como algumas outras mocinhas. Pelo contrário: é forte, atrevida, de língua afiada. E esse seu jeito insolente rende divertidas “brigas” com Jon.
Além disso, Joceline é mãe solteira e o pai de seu filho possui uma identidade meio misteriosa. Ao longo da história, porém, vamos fazendo suposições, entendendo alguns porquês e eu tô com uma vontade do caramba de soltar um spoiler cala a boca mulé!
Bem, o fato é que um bandido preso por Jon sai do xilindró e cisma que tem que se vingar. A partir de então, a situação fica tensa porque o maloqueiro começa a ameaçar tanto ele quanto Joceline. Nesse ponto, quem leu Perigoso compreenderá o que está acontecendo ao passo que aqueles que não leram, podem se perder um pouco. Eu explico: muito do banditismo daqui está vinculado ao banditismo de lá.
No entanto, não é nada que comprometa a leitura do livro.
Daí, as ameaças ficam mais sérias e Jon sofre um atentado. Diante de tamanha periculosidade, ele vai para seu rancho e carrega Joceline e o filho com ele. Apenas para a segurança dos dois. Só isso. Nada mais. Acreditamos.
Assim, as coisas vão acontecendo entre eles, alguns mistérios vão se desfazendo, outros vão se formando e etc. No final, dá tudo certo.
A história é linda, deliciosa. Diana Palmer, claro. No entanto, minha veia crítica sempre fica histérica quando percebo alguns leves pontos negativos e eu não posso deixar de falar: poderia ter um cadim mais de romance, menos história de índio americano (que parecem deslocadas em alguns momentos) e mais pegada. Afinal, Jon exala um instinto animalesco que eu... controle-se!
Fora essas coisinhas, tudo é muito bão, bem construído e já ia me esquecendo: a mãe do Jon é uma jabiraca!
Recomendo!!!!!!!!
; )