Oscar Wilde dedica esses contos infantis de cunho social aos seus dois filhos e ao público infanto-juvenil, sempre deixando uma "moral da história" reflexiva em cada um de seus contos.
O Príncipe Feliz, que abre a antologia revela; através do olhar do príncipe colocado em forma de estátua no alto de um pedestal; a "desigualdade social"
A Rouxinol e a rosa levanta um questionamento do sacrifício em nome do amor:
A grandeza desse ato não pode ser tratada com leviandade e sem a verdadeira compreensão de seu significado.
O Gigante Egoísta tem cunho religioso e carrega uma emocionante lição de amor, bondade e gratidão.
O Amigo Dedicado tem cunho político e fala sobre a inocência e a ingenuidade das pessoas de bom coração quando caem nas garras de pessoas com discursos falaciosos e bondade simulada.
E por fim O Foguete Notável, que discorre sobre o egocentrismo, atitudes arrogantes e altivas e suas consequências.