Gosto do formato, essa visitação ao passado. Passa pelos filmes e pelos realizadores, é revigorante acompanhar a visão dessas figuras tão importantes em retrospecto, como diz o próprio Reichenbach "Moral da História: nunca fui marginal, sempre fui independente.", as entrevistas são belíssimas e também os textos, parece impossível não se emocionar com o (já referido aqui) Marginal Adeus do Reichenbach, Ontem, Hoje e Quase Sempre: O valor da experiência do Sganzerla e o que para mim é o ápice da explicitação da figura quase mitológica desse cinema Atriz Errante Pensa o seu Momento Hoje, Ontem e Amanhã da Helena Ignez.