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    O Século do Nada -

    Gustavo Corção

    Record
    1973
    440 páginas
    14h 40m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.8
    12 avaliações
    Leram25Lendo8Querem198Relendo1Abandonos2Resenhas3
    Favoritos2Desejados198Avaliaram12

    Uma vez entendido o fundo da questão, todo o século XX merece ser revisto nas causas dos seus principais acontecimentos. Quem poderia pensar, aqui no Brasil, que uma crise no governo francês, o Affaire Dreyfus, tivesse importância para o século que começava? Corção vê estas causas e descreve como a política geralmente ensinada e propalada está cheia de enganos e erros. Assim também para a condenação da Action Française, de Charles Maurras, o papel de Franco na salvação da Espanha e todos os demais acontecimentos do século XX. Termina com um pungente capítulo sobre a Igreja, sobre o Concílio Vaticano II, que abre as portas aos progressistas, dando início ao que Corção chamou de pecado terminal.

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    Pedro LDC Viegas picture
    Pedro LDC Viegas11/03/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O Século do Nada

    Em "O Século do Nada ", Gustavo Corção faz uma minuciosa descrição do processo de infiltração e sabotagem da Igreja Católica. Cita fatos e personagens afastados geográfica e temporalmente, mas interligados por um fim comum: o combate ao Cristianismo. Descrevendo um período que abarca desde a Revolução Francesa até o Concílio Vaticano II, Gustavo Corção aborda tanto as atividades de ataque contra a Igreja como a luta na sua defesa. Um livro como poucos, mas que exige fôlego, paciência, para ser lido.

    10 curtidas

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    Avaliações

    4.8 / 12
    • 5 estrelas83%
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    • 1 estrelas0%
    Gustavo Corção Braga profile picture

    Gustavo Corção Braga

    Gustavo Corção Braga formou-se engenheiro, em 1920, pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro, especializando-se depois em eletrônica. Convertido ao catolicismo em 1936, voltou-se para a filosofia tomista, passando a estudar teologia com os monges beneditinos e tornando-se oblato. Teve importante atuação no Centro Dom Vital (RJ), fundado por Jackson de Figueiredo. Jornalista polêmico e anticomunista, engajou-se na ala conservadora do pensamento católico e, a partir de 1946, escreveu para diversos jornais: Tribuna da Imprensa, Diário de Notícias e O Estado de S. Paulo. Em sua obra, destacam-se "A Descoberta do Outro" (1944), um impressionante relato de sua conversão ao catolicismo, "Três Alqueires e uma Vaca" (1946), ensaio no qual explica, de maneira pormenorizada, a forte influência de G. K. Chesterton em sua formação, e "Lições de Abismo" (1950), seu único romance, uma das obras-primas da literatura brasileira, premiado pela Unesco e traduzido para inúmeras línguas. O autor Ariano Suassuna assim testemunhou acerca de seu amigo, em 11/11/1971, para o número de novembro de 1971 da Revista Permanência, que homenageou os 75 anos de vida de Corção: "Ele era um homem boníssimo, talvez impulsivo e arrebatado nos seus impulsos, mas de uma bondade que transparece, à primeira aproximação, nos seus olhos pequenos, azuis, vivos, risonhos inteligentes e que – por mais estranho que isso possa parecer a quem não o conhece ou não gosta dele, de longe – são olhos de menino. Ele não tem nada de intratável: apenas é um homem de princípios, corajoso e inflexível quando sustenta os princípios que julga certos."

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    RJ, Brasil

    Gustavo Corção Braga