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    Santa Joana e Pigmalião - Prêmio Nobel de 1925

    Bernard Shaw, Dinah Silveira de Queiroz

    Delta
    1971
    360 páginas
    12h 0m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.1
    37 avaliações
    Leram68Lendo1Querem116Relendo0Abandonos0Resenhas5
    Favoritos1Desejados116Avaliaram37

    Publicado em 1923 sob o título "Saint John" e "Pygmalion" publicado em 1913. Shaw recusou o prêmio Nobel que recebeu em 1925. Número 25 da coleção "Biblioteca dos Prêmio Nobel de Literatura".

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    Resenhas (5)Ver mais
    Victor Bitazi picture
    Victor Bitazi13/06/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Esse livro foi uma baita surpresa para mim. Comecei a ler sem esperar nada, até mesmo porque não gosto muito de My Fair Lady, mas o livro leva para um lado de humor que me agradou muito. A Eliza acaba sendo uma personagem que nos cativa desde o princípio.

    2 curtidas

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    Avaliações

    4.1 / 37
    • 5 estrelas35%
    • 4 estrelas38%
    • 3 estrelas27%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    George Bernard Shaw profile picture

    George Bernard Shaw

    George Bernard Shaw foi um dramaturgo, romancista, contista, ensaísta e jornalista irlandês. É autor de comédias satíricas que traduziram seu espírito irreverente e inconformista. Filho de uma tradicional - mas empobrecida - família protestante, foi de início instruído por um tio, mas rejeitou a educação escolar e aos 16 anos empregou-se em um escritório. Adquiriu amplo conhecimento artístico graças à mãe, Lucinda Elizabeth Gurly Shaw, e às freqüentes visitas à National Gallery da Irlanda. Decidido a se tornar escritor, foi morar em Londres em 1876, porém por mais de dez anos seus romances foram recusados por todos os editores da cidade, assim como a maior parte dos artigos enviados à imprensa. Tornou-se vegetariano, socialista, orador brilhante, polemista e fez as primeiras tentativas como dramaturgo. Em 1885 conseguiu um trabalho fixo na imprensa e, durante quase uma década, escreveu resenhas literárias, críticas de arte e brilhantes colunas musicais. Sua atividade literária, em especial a produção teatral, foi uma seqüência de sucessos; destacou-se também na crítica literária, teatral e musical, na defesa do socialismo, criação de panfletos, ensaios sobre assuntos políticos, econômicos e sociais, sendo ainda um prolífico epistológrafo. Como crítico de teatro da Saturday Review (1895), atacou insistentemente a pobreza qualitativa e artística da produção teatral vitoriana. Durante a Primeira Guerra Mundial, interrompeu sua produção teatral e publicou um polêmico panfleto, Common Sense About the War, no qual considerava o Reino Unido, os aliados e os alemães igualmente culpados e reivindicava negociações de paz. Recusou o Nobel de Literatura de 1925 e, em suas últimas peças, intensificou as pesquisas com a linguagem não-realista, simbolista e tragicômica. Por cinco anos deixou de escrever para o teatro e dedicou-se ao preparo e publicação da edição de suas obras escolhidas (1930-1938), e ao tratado político The Intelligent Woman's Guide to Socialism and Capitalism (1928). A sua correspondência também foi publicada, destacando-se a troca de cartas com o escritor H. G. Wells.

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    George Bernard Shaw