Sempre o meio evangélico argumentou ser bíblica a sua fé, ou ainda, seus dogmas (palavras que não gostam de usar) são fundamentados na bíblia sagrada. O problema é que não há unidade entre os evangélicos, sem dúvida é o grupo religioso brasileiro mais fragmentado, e todos reivindicam a mesma basa, ou o mesmo ponto de partida: a Bíblia. “Bíblias” todos podem e dizem ser. Porque na verdade o que interessa não é mais o texto, mas o juízo que se faz dele. E sempre foi assim. A autora em sua pesquisa mostra os motivadores ideológicos que fazem dos leitores neopentecostais da Bíblia Sagrada afirmarem sua práxis religiosas. Encontrarão estes motivadores se desvenda a chave hermenêutica para os textos bíblicos. A Bíblia se presta para tudo em nosso tempo: para a vida e para a morte, para o ódio e para o amor, para o trágico e para o esperançoso, para a guerra e para a paz, para a inclusão e para a exclusão, para o mundo e para o gueto, para Deus e para o diabo, para todos ou para poucos. Enfim o ler a Bíblia pode ser libertador e pode ser opressor, pode ser divino ou demoníaco.
Recebi um Rhema de Deus - Uma Análise das Interpretações e dos Usos da Bíblia no Universo Neopentecostal
Flávia Costa
Fonte Editorial
2012
140 páginas
4h 40m
ISBN-13: 9788563607836
Português Brasileiro
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