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    Vidas Paralelas: Alcibíades e Coriolano -

    Plutarco

    ANNABLUME
    2011
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788564608016
    Português Brasileiro
    4.8
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    Nascido das mais ilustres famílias atenienses em 451 a. C., dotado de inteligência, beleza, capacidade de sedução e dotes oratórios, além de um sentido estratégico apurado, Alcibíades veio a morrer, fora da pátria e acossado por várias facções, em 404 a. C. Quanto ao enredo que dá forma à história de Coriolano, é supostamente passado em 493 a.C. - Gaio Márcio é um general romano que se opõe às reformas que, em Roma, tentam favorecer a plebe. Márcio acaba por ser banido da sua própria cidade, para se aliar aos Volscos, povo inimigo da Urbe. Ao pôr em paralelo o percurso biográfico de Alcibíades e de Coriolano, Plutarco escolheu duas figuras de contextos históricos não muito similares. Alcibíades pertence ao contexto de uma democracia em crise, numa Hélade em vésperas de se lançar na Guerra do Peloponeso. Coriolano pertence aos primórdios da República romana. Se a figura do primeiro tem contornos históricos, a do segundo debate-se entre a História e os contornos lendários.

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    Lúcio Méstrio Plutarco  profile picture

    Lúcio Méstrio Plutarco

    Plutarco (em grego clássico: Πλούταρχος; transl.: Ploútarkhos, IPA: [plŭːtarkʰos]) ou Lúcio Méstrio Plutarco (em latim: Lucius Mestrius Plutarchus[nota 1] (em grego, Λούκιος Μέστριος Πλούταρχος), ca. 46 d.C. – 120 d.C., foi um historiador, biógrafo, ensaísta e filósofo médio platônico grego, conhecido principalmente por suas obras Vidas Paralelas e Morália. Pertencente a uma família proeminente, nasceu em Queroneia, na Beócia, a cerca de 30 quilômetros a leste de Delfos. Viajou pela Ásia e pelo Egito, viveu algum tempo em Roma e foi sacerdote de Apolo em Delfos em 95. O seu enorme prestígio valeu-lhe a obtenção de direitos de cidadão em Delfos, Atenas e mesmo em Roma (Mestrius Plutarchus). Estudou matemática e filosofia na Academia de Atenas sob Amônio de Atenas de 66 a 67. Após concluir sua educação, visitou o Egito. A "sabedoria dos egípcios" sempre fascinou os gregos e, neste período, Alexandria, com sua famosa biblioteca, era um importante centro da atividade intelectual grega. O evento mais importante de sua vida, é sem dúvida quando viajou para a Itália e para Roma, onde aprendeu um pouco de latim. Em Roma, pesquisou sobre antiguidades e lecionou filosofia e outros assuntos. Muitas dessas aulas foram depois refeitas por ele em vários pequenos tratados, sobre vários assuntos sob o título de Morália. Em algum momento, Plutarco assumiu cidadania romana. Como evidenciado por seu novo nome, Lúcio Méstrio Plutarco, o seu patrocinador para a cidadania era Lúcio Méstrio Floro, um cônsul romano de quem Plutarco também usou como uma fonte histórica para seu escrito A vida de Oto. Plutarco morreu entre os anos 119 e 120[6] em Delfos. Há uma reconstituição da biografia de Plutarco a partir de seus escritos na Introdução do volume: Plutarco. "Da Malícia de Heródoto" (edição bilíngue). Estudo, tradução e notas de Maria Aparecida de Oliveira Silva. São Paulo: Edusp/Fapesp, 2013. Além de suas funções como sacerdote do Templo de Delfos, Plutarco também foi um magistrado em Queroneia e representou sua pátria em várias missões em países estrangeiros. Plutarco ocupava o cargo de arconte em seu município natal, provavelmente, apenas um projeto anual que, provavelmente, serviu mais de uma vez. Ele ocupou-se com todos os pequenos assuntos da cidade e realizava até as mais humildes tarefas. Os primeiros trabalhos biográficos escritos por Plutarco eram as vidas dos imperadores romanos, de Augusto a Vitélio. Destas, restaram apenas as Vidas de Galba e Otão. Das obras A Vida de Tibério e A Vida de Nero existem apenas fragmentos, fornecidos por Damáscio (A Vida de Tibério, cf. em sua obra Vida de Isidoro) e pelo próprio Plutarco (Vida de Nero, cf. Galba 2.1), respectivamente. Estes primeiras biografias dos imperadores foram provavelmente publicadas sob a Dinastia dos Flávios, ou durante o reinado de Nerva (r. 96–98).

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