Novembro de 2008
"Ciência, uma questão de fé" Partilho do mesno pensamento no artigo, da ciência, tão crítica à religião, basear-se também no que chama, ironiza e critica como fé. Oras, muitos dos conceitos e seus renomados cientistas idealizadores baseiam-se em especulações, impressões não comprovadas. Tudo projeção, seja matemática ou intuitiva. Proposições como Teoria das Cordas e Multiversos, por exemplo, nunca foram provadas, mas supervalorização e até endeusamentos dos autores é o que não falta. Negam à Deus, aí me apresentam histórias de várias cópias nossas por aí. De repente uma das minhas pode ser até presidente... Creio é em Deus, na proclamação de sua existência através da criação e na sua obra transformadora nas vidas. Ciência é também fé, mas tudo passará, terra e céu, menos a Palavra do Senhor... "Os animais saem de férias" Sobre as rotas migratórias dos animais, exemplificando-se com curiosidades diversas. Por exemplo, o andorinhão passa anos voando sem pousar; o bobo-pequeno, tipo uma gaivota, faz rotas parecidas aos dos navegadores entre Europa e Brasil (será que inspirou ou foi observado no contexto do descobrimento...); e a jubarte durante certos percusos não se alimenta, emagrecendo até 10 toneladas. Temática legal demais em suas particularidades. Poderiam incluir a migração da dourada, peixe amazônico que dizem realizar a maior migração fluvial, entre o estuário do rio Amazonas e pontos próximos às cabeceiras. Quando jovens são conduzidas pelo Amazonas, fortalecendo-se no estuário para o retorno rio acima para a reprodução. Acho que li sobre isso em outra Super... "Ansiedade" Algumas abordagens: - Em relação ao passado e presente a ansiedade foi vista com positividade quando correlacionada a ser mais cuidadoso. Os descuidados corriam mais riscos, seja no passado de lutas árduas pela sobrevivência ou no presente de gestão econômica. Será que ansiedade seria o termo correto? Usaram por conta do contexto impactante em algum temor, mas a disposição é de prudência; - Em relação ao futuro é que o bicho pega na ansiedade, na vivência de fobias antecipadas; - O texto dissertou sobre possível evolução para síndrome do pânico, TOCs, fobias diversas e estresse pós-traumático (nesse último a pessoa projeta suas experiências infelizes num contexto parecido da realidade presente. Calma, amigo!). - Pessoas pessimistas tendem a ser mais ansiosas (óbvio,né!); - Interessante também o paralelo de ansiedades nos recortes históricos. No passado o medo instigado por predadores, religião e doenças eram destaques. Hoje os temores são pelo emprego, amor, sucesso e informação. Sem dúvidas o último é dos mais impactantes com a globalização, onde o excesso de informações impacta (clima, política, especulações, etc e tal), bem como a ausência (a nomofobia tem sido temor crescente na sociedade, nas novas gerações então...); - Vale nota para o parecer de mulheres serem mais suscetíveis. Segundo o texto, além da indução sociológica à maior emotividade (homens são instigados a não mostrar temores, sinal de fraqueza), são também afetadas pela irregularidade hormonal nas TPMs, quando o cérebro recebe menos substâncias calmantes e antidepressivas; - E nas proposições reativas foram citados terapia medicamentosa e, o que me afeiçoei, o enfrentamento da situação, onde destaco e me apego a fé. "Quando os cuidados do meu coração se multiplicam, as tuas consolações recreiam a minha alma." (Salmo 94:19) Essas e outras na edição.





