Pra que ter razão se eu posso ser feliz? - Uma divertida jornada de iluminação e êxtase

    Isabel Losada

    Alaúde
    2012
    216 páginas
    7h 12m
    ISBN-13: 9788578811167
    Português Brasileiro

    Descasada, sem dinheiro e sem trabalho, Isabel sentia que a vida patinava. Sem coragem para mais nada, decide seguir o conselho de uma amiga e se inscreve em um “curso para reorientar a vida”. Ao contrário do que imaginava, sai de lá transformada e disposta a mergulhar na busca de uma existência mais satisfatória. Pra que ter razão se eu posso ser feliz? é o divertido relato da jornada de uma cética à procura de iluminação. Com seu humor britânico, Isabel descreve com sensibilidade os apuros pelos quais passa e as mudanças que acontecem em sua vida. De cada experiência, tira um ensinamento. Como este: “A vida é excitante. Há muita coisa para fazer e aprender. Na verdade, vocês não precisam de muito dinheiro. Joguem fora a tevê e sejam criativos. E se não for tarde demais para fazer todas as coisas que sempre desejamos fazer?”

    Resenhas (5)Ver mais
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    Nicole Collino18/07/2012Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Não é sobre "ter razão ou ser feliz?", definitivamente.

    No ano passado, li um texto maravilhoso sobre a escolha entre querer estar sempre certo ou preferir ser feliz (Link direto para o texto: http://ilpurgatorio.wordpress.com/2011/04/28/sobre-estar-certo-e-ser-feliz/). Ao ver o nome desse livro fiquei bem empolgada, acreditando que encontraria uma versão estendida e mais reflexiva sobre o assunto. Infelizmente, não foi o que aconteceu. "Pra Que Ter Razão Se Eu Posso Ser Feliz?" limita-se a contar a jornada da autora Isabel Losada em busca de autoconhecimento. Nele, ela fala sobre todos os cursos, workshops, massagens e outras experiências que viveu em busca de iluminação. Porém, não há um aprofundamento no assunto que o título sugere (o que eu buscava). Isabel faz graça a toda hora, o que torna o livro uma espécie de stand up comedy. É o livro que o seu tio da piada "pavê ou pa cumê?" escreveria. Ou seja, sem graça. Eu nunca tinha lido um livro de Autoajuda, mas mesmo achando péssimo esse primeiro contato com o gênero, devo dizer que não desisti. Acredito que a confusão do título foi intencional: a editora Alaúde traduziu dessa forma para cativar os leitores. Que feio! Se tivessem traduzido o título original literalmente ("The Battersea Park Road to Enlightenment"), eu nem teria prestado atenção nele. Enfim, agora não adianta chorar o dinheiro gasto. Prefiro me prender à uma frase lida no próprio livro: "Use tudo para seu aprendizado, sua elevação e seu crescimento". Se você quer saber um pouco mais sobre terapias alternativas, vá em frente! Do contrário, procure outras opções.

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