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    Noite na Taverna (Leitura Jovem #7) -

    Álvares de Azevedo

    Leitura XXI
    2009
    96 páginas
    3h 12m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.5
    47 avaliações
    Leram83Lendo1Querem18Relendo0Abandonos2Resenhas7
    Favoritos2Desejados18Avaliaram47

    Contos da Noite na Taverna (1855) de Álvares de Azevedo [a.k.a.] Job Stern (pen name de Álvares de Azevedo): "Uma Noite do Século" / Solfieri / Bertram / Gennaro / Claudius Hermann / Johann / Último Beijo de Amor '-' Reunidos em uma taverna, as personagens, descrentes com a vida e o amor, cheios de vícios e amantes do vinho, definem-se como libertinos, admiram Don Juan e contam "histórias sanguinolentas" envolvendo o amor e crimes do passado, todas com fim trágico... Comentários de Jerônimo Teixeira [Wikipedia] Noite na Taverna (in English: A Night in the Tavern) is a short story collection written by Brazilian Ultra-Romantic author Álvares de Azevedo under the pen name Job Stern. It was published posthumously, in 1855; three years after Azevedo's death. The book is structured as a frame story containing five tales (as well as a prologue and an epilogue, thus totaling seven chapters) told by a group of five men sheltering in a tavern. It is one of the most popular and influential works of Gothic fiction in Brazilian literature. [Sobre o autor]: Manuel Antônio Álvares de Azevedo (São Paulo, Província de São Paulo, Império do Brasil, 12 de setembro de 1831 — Rio de Janeiro, Império do Brasil, 25 de abril de 1852) foi um escritor da segunda geração romântica (Ultrarromântica, Byroniana ou Mal-do-século), contista, dramaturgo, poeta e ensaísta brasileiro, autor de Noite na Taverna -- obra inspirada inclusive na leitura de "Noches lúgubres" (1771) do espanhol José de Cadalso y Vázques (1741-1782).

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    artemisia  picture
    artemisia 24/08/2023Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Um clássico da literatura gótica brasileira, Noite na Taverna nos trás contos de terror realmente horripilantes e nos faz sentir como se estivéssemos dentro daquela taverna.

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 47
    • 5 estrelas9%
    • 4 estrelas38%
    • 3 estrelas34%
    • 2 estrelas15%
    • 1 estrelas4%
    Manuel Antônio Álvares de Azevedo  profile picture

    Manuel Antônio Álvares de Azevedo

    Filho de Inácio Manuel Álvares de Azevedo e Maria Luísa Mota Azevedo, passou a infância no Rio de Janeiro, onde iniciou seus estudos. Voltou a São Paulo (1847) para estudar na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde desde logo ganhou fama por brilhantes e precoces produções literárias. Destacou-se pela facilidade de aprender línguas e pelo espírito jovial e sentimental. Durante o curso de Direito traduziu o quinto ato de Otelo, de Shakespeare; traduziu Parisina, de Lord Byron; fundou a revista da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano (1849); fez parte da Sociedade Epicureia; e iniciou o poema épico O Conde Lopo, do qual só restaram fragmentos. Não concluiu o curso, pois foi acometido de uma tuberculose pulmonar nas férias de 1851-52, a qual foi agravada por um tumor na fossa ilíaca, ocasionado por uma queda de cavalo, falecendo aos 20 anos. A sua obra compreende: Poesias diversas, Poema do Frade, o drama Macário, o romance O Livro de Fra Gondicário, Noite na Taverna, Cartas, vários Ensaios (Literatura e civilização em Portugal, Lucano, George Sand, Jacques Rolla), e a sua principal obra Lira dos vinte anos (inicialmente planejada para ser publicada num projeto - As Três Liras - em conjunto com Aureliano Lessa e Bernardo Guimarães). É patrono da cadeira 2 da Academia Brasileira de Letras. Atualmente tem suscitado alguns estudos acadêmicos, dos quais sublinham-se "O Belo e o Disforme", de Cilaine Alves Cunha (EDUSP, 2000), e "Entusiasmo indianista e ironia byroniana" (Tese de Doutorado, USP, 2000); "O poeta leitor. Um estudo das epígrafes hugoanas em Álvares de Azevedo", de Maria C. R. Alves (Dissertação de Mestrado, USP, 1999). Suas principais influências são: Lord Byron, Goethe, François-René de Chateaubriand, mas principalmente Alfred de Musset. Um aspecto característico de sua obra e que tem estimulado mais discussão, diz respeito a sua poética, que ele mesmo definiu como uma "binomia", que consiste em aproximar extremos, numa atitude tipicamente romântica. É importante salientar o prefácio à segunda parte da Lira dos Vinte Anos, um dos pontos críticos de sua obra e na qual define toda a sua poética. É o primeiro a incorporar o cotidiano na poesia no Brasil, com o poemas Ideias íntimas, da segunda parte da Lira. Segundo alguns pesquisadores, Álvares de Azevedo que teria escolhido o título "As Três Liras", pois havia uma garota - que até hoje ninguém sabe a identidade, muito bem escondida pelo Dr. Jaci Monteiro - que tocava esse instrumento. Figura na antologia do cancioneiro nacional. E foi muito lido até as duas primeiras décadas do século XX, com constantes reedições de sua poesia e antologias. As últimas encenações de seu drama Macário, foram em 1994 e 2001.

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    São Paulo, Brasil

    Manuel Antônio Álvares de Azevedo