Kidnapping Casey (Zorn Warriors #2) -

    Laurann Döhner

    Ellora's Cave
    2010
    130 páginas
    4h 20m
    ISBN-10: 1419924559
    Português Brasileiro

    Tudo o que Casey quer é evitar ser preso por falsas acusações de seu ex-namorado persistente. Correndo pela floresta para escapar de dois policiais soa como um grande plano até que eles a pegam. Pensando que está tudo acabado, esperando para ouvir o estalar das algemas, ela em vez ouve um rugido. Um enorme, homem alto, musculoso, vem em seu socorro. Ela está sendo salva por Pé Grande e ele é a coisa mais sexy que ela já viu. A atração entre eles é instantânea, e depois de passar um pouco de tempo com ele, Casey quer levá-lo para casa e mantê-lo. Existem alguns problemas com esse plano. Ele não é a criatura lendária, mas ele definitivamente não é humano. Argernon é um guerreiro de Zorn. Eles têm uma coisa em comum, ele quer levá-la para casa e mantê-la. Ele está seqüestrando Casey.

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    Jessica Estrela Manso10/03/2020Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Tinha o potencial de ser bom, mas não é

    Contém gatilho. O ex-namorado de Casey é um delegado de polícia que não aceita o término do relacionamento. Depois de tentar est*prá-la e não conseguir, ele manda seus subordinados prende-la para que ele consiga "conversar" com ela. Ao ser abordada em casa, ela foge pra floresta, porém com pouco sucesso, pois os policiais a alcançam, mas ninguém contava com aparição do "Pé Grande" para salvá-la. O ser mítico na verdade é um alien, Argernon, o segundo "príncipe" de Zorn. Esse livro tinha TUDO pra ser bom, e tornou-se um lixo. As personagens e enredo são muito mais trabalhados nesse livro do que no primeiro. Casey é forte e batalhadora. Contudo, Argernon é tão lixo quanto (ou pior) do que Ral. Casey literalmente estava fugindo de um relacionamento abusivo para ser sequestrada e obrigada a entrar em um relacionamento com um homem que a abusa sexualmente, emocionalmente, é super manipulador e machista (assim como todos os homens de Zorn aparentemente são). Ela não tem chance e nem vez de resposta. É totalmente frustrante, pois quando você acha que finalmente ele vai respeitar a vontade dela, ele a est*pra e ainda dá a famosa desculpa de "se você gozou, então gostou". No fim, sem opção nenhuma, se diz apaixonada por ele (Síndrome de Estocolmo, oi). Essa autora precisa rever quesitos de um relacionamento saído e romântico. Pois NADA do que ele fez justifica chamá-lo de gentil, por exemplo. Se tirar todas as cenas de sexo (todas com est*pro) e ele conseguisse conquistá-la com carinho de verdade e não por "livre espontânea pressão", seria um bom livro. Não suporto o recurso de est*pro pra fazer qualquer coisa na narrativa, é NOJENTO. Parece que a autora pensa "vish, tô sem ideia do que colocar aqui, ah vou colocar um est*pro/ameaça de um". No livro anterior teve uma cena assim, essa teve pelo menos 3, uma ameaça vindo mesmo do nosso "herói". E não quero nem comentar sobre como a autora retrata outras mulheres e como ela faz com que elas disputem entre si. Estava tão feliz com Casey preocupada com o destino das outras mulheres da casa de Argernon, mas no segundo seguinte coloca uma delas tentando assassinato e se chamando de putas. É triste. Além desses problemas todos, estou notando um racismo velado desde o primeiro livro da coleção, ao colocarem mulheres loiras e brancas como melhores do que as outras (inclusive as mulheres de Zorn que são morenas). Mais um livro que não recomendo pra ninguém.

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