A identidade feminina em um mundo sistematizado e organizado para o desenvolvimento da identidade masculina é um ponto complexo. Essas autoras abordam por uma ótica psicológica essa formação identitária, falam sobre como nos rebelamos e saímos dos lugares em que nos colocaram socialmente e exigimos direitos e deveres pré-existentes para os homens cis.
Entretanto, elas pontuam que, de fato, não somos iguais. Logo, o patriarcado está tão enraizado em nossa própria psique que lutamos para nos encaixar de novo em lugares criados pelo sistema patriarcal e não uma luta por nossa emancipação deveras, pois ela nem está formada em nossos imaginários - esse tipo de identidade feminina.