Estrela da vida Inteira -

    Manuel Bandeira

    Nova Fronteira
    1993
    447 páginas
    14h 54m
    ISBN-10: 8520904653
    Português Brasileiro

    Manuel Bandeira é um dos poetas mais criativos da literatura contemporânea. Inspirou o movimento modernista, criando versos livres que fugiam das amarras tradicionais, inovando na poesia brasileira, sem abandonar os estilos clássicos. Bandeira criou poemas líricos a ao mesmo tempo bem-humorados, com estilo que conseguia ser singelo e sarcástico. Mantém-se atual até hoje, com versos que fazem crítica social e traduzem os sentimentos de uma época. Além de traduzir grandes poetas como Rilke e Paul Éluard com maestria e perfeição. Estrela da Vida Inteira é a reunião de suas poesias completas. Lendo este livro, é possível compreender toda a genialidade deste poeta, que fez com que sua obra seja eterna e passível de ser compreendida e sentida em qualquer época. Seu estilo lírico e ao mesmo tempo despojado certamente continuará atraindo milhares de gerações. Neste livro, se encontram poemas que povoam o imaginário brasileiro e que são essenciais para a formação de qualquer leitor.

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    Andressa Cavalcante08/01/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Manuel me relembrou o que é sentir

    "[...] Todas as manhãs o aeroporto me dá lições de partir: Hei de aprender com ele A partir de uma vez - Sem medo, Sem remorsos, Sem saudade. [...]" Esse livro é maravilhoso, do tipo que a gente começa a ler e não quer mais desgrudar, que não quer parar até terminar de devorar cada página, confesso que em várias delas só consegui chorar. Manuel tocou meu coração e minha alma, foi uma experiência sensacional, terminei desejando por mais, ansiando por mais versos, todo sentimento exposto e nítido em cada linha, neles encontrei beleza e sinceridade. Manuel me conquistou, me fez rir, me fez chorar, me fez sentir saudades, me fez relembrar momentos, pessoas, e de sentimentos esquecidos, Manuel me fez sentir, me relembrou o que é sentir, e que por mais que talvez doa agora, sentir é bom. E essa talvez seja a beleza da poesia.

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