For Fauziya Kassindja, an idyllic childhood in Togo, West Africa, sheltered from the tribal practices of polygamy and genital mutilation, ended with her beloved father's sudden death. Forced into an arranged marriage at age seventeen, Fauziya was told to prepare for kakia, the ritual also known as female genital mutilation. It is a ritual no woman can refuse. But Fauziya dared to try. This is her story--told in her own words--of fleeing Africa just hours before the ritual kakia was to take place, of seeking asylum in America only to be locked up in U.S. prisons, and of meeting Layli Miller Bashir, a law student who became Fauziya's friend and advocate during her horrifying sixteen months behind bars. Layli enlisted help from Karen Musalo, an expert in refugee law and acting director of the American University International Human Rights Clinic. In addition to devoting her own considerable efforts to the case, Musalo assembled a team to fight with her on Fauziya's behalf. Ultimately, in a landmark decision in immigration history, Fauziya Kassindja was granted asylum on June 13, 1996. Do They Hear You When You Cry is her unforgettable chronicle of triumph.
Do They Hear You When You Cry -
Fauziya Kassindja, Layli miller Bashir
Adorei ler este livro, nunca tinha ouvido falar sobre ele até eu fazer um curso básico de tradução e a gente teve que traduzir um trecho, fiquei boquiaberta com essa cultura de que a moça deveria ter sua parte íntima arrancada (geralmente a retirada do clitóris) para serem consideradas puras, de acordo com o islamismo, e o pior de tudo haviam casos em que a partir dos 5 anos de idade já era executado ,esta prática geralmente acontece em alguns países do continente africano. Esta história me instigou tanto que acabei comprando o livro, não encontrei o livro em português, que teria sido lançado em 1999, com o nome “O silêncio das lágrimas”, encontrei o livro em inglês, e então o comprei. É a biografia de Fauziya Kassindja,contada com suas próprias palavras, uma africana, de Togo, que infelizmente após a morte de seu pai, vê sua vida mudar drasticamente, sendo obrigada a morar com sua tia, que de acordo com a tribo, ficaria com todos os bens do pai dela e seria responsável pela menina. Sendo obrigada a se casar com um homem de 45 anos, tendo apenas 17, ela foge no dia que se casa pois ela não quer casar com o cara, ele tem mais 3 mulheres e o pior de tudo, o cara quer que ela faça a mutilação genital feminina por ser uma tradição em sua tribo...com muita coragem ela foge com a ajuda de sua irmã para a Alemanha, e conhece uma mulher que lhe ajuda, mas como ela não tinha muito conhecimento na língua alemã, ela acaba indo para os Estados Unidos, a procura de asilo e liberdade. Contrariamente ao que esperava, viu-se despida, algemada, agrilhoada e trancada durante dezesseis meses em diversas instalações do INS.Surge então Layli Miller Bashir, obstinada estudante de Direito de 23 anos, que se devotou de corpo e alma ao caso de Fauziya. Quando as duas mulheres se encontram, Layli viu em Fauziya uma moça emocionalmente devastada, desgastada e desiludida, com a qual firmou uma extraordinária amizade. Finalmente, numa decisão que constituiu um marco de referência que foi a esperança de muitas mulheres que procuram asilo devido a perseguições baseadas nestes rituais tribais, o asilo foi concedido a Fauziya no dia 13/06/1996. Gente este livro é maravilhoso, vale a pena ler, beijokas!!!!
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