Jane é uma terapeuta que acompanha pacientes terminais. Sally sua cliente de 37 anos está com câncer e faz terapia para aceitar a morte, lidar com a família e a vida que se desintegra lentamente. Sinceramente não há muito que dizer, a terapeuta segue a linha junguiana e suas análises me parecem bem místicas. Os sonhos de Sally são a entrada para o seu inconsciente, trabalhar seu psicológico, os problemas emocionais, as frustrações decorrentes do dia a dia, preparar-se para o momento final é meta. O sofrimento físico e mental de Sally é tão grande que as duas, cliente e terapeuta criam um laço de amizade e amparo. Uma história real ocorrida na década de 60, triste e inevitável. Não sei dizer se a morte pode vir de forma bonita e acolhedora, não parece ser possível deixar o corpo sem sentir dor ou desespero pelo desconhecido. Pesado!

