Leonidas of Sparta - A Boy of the Agoge

    Helena P. Schrader

    Wheatmark
    2010
    258 páginas
    8h 36m
    ISBN-10: 1604944749

    The smaller of twins, born long after two elder brothers, Leonidas was considered an afterthought from birth -- even by his mother. Lucky not to be killed for being undersized, he was not raised as a prince like his eldest brother, Cleomenes, who was heir to the throne, but instead had to endure the harsh upbringing of ordinary Spartan youth. Barefoot, always a little hungry, and subject to harsh discipline, Leonidas had to prove himself worthy of Spartan citizenship. Struggling to survive without disgrace, he never expected that one day he would be king or chosen to command the combined Greek forces fighting a Persian invasion. But these were formative years that would one day make him the most famous Spartan of them all: the hero of Thermopylae.

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    Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa13/07/2012Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Um romance só parcialmente verídico sobre a educação em Esparta

    Procurei este livro para conhecer melhor a formação dos cidadãos espartanos e deste ponto de vista foi inteiramente satisfatório. Com o pretexto de criar uma biografia ficcional da infância e juventude de Leônidas, o comandante espartano nas Termópilas, este livro descreve com detalhes historicamente precisos(ocasionalmente complementados pela imaginação) a educação de um menino espartano até os vinte anos de idade, quando se torna um cidadão pleno. O texto é parcialmente baseado nas conclusões do historiador Nigel M. Kennell, em "The Gymnasium of Virtue" sibre a evolução da "agoge", a educação espartana, através dos séculos e contraria em alguns pontos certas visões tradicionais que são baseadas em fontes tardias, que evocam uma visão muito simplificada e caricatural do que tinha sido Esparta na época clássica ou descrevem a Esparta romana, cujos costumes já tinham se modificado de várias maneiras em relação à época de Leônidas. Assim, Helena Schrader descreve uma Esparta mais culta, mais livre e um pouco menos estranha e estoica do que geralmente se imagina. Mas vale notar a ausência da instituição da pederastia. A autora se baseia em Xenofonte que negou que o costume existisse ali, embora fosse comum a todas as outras cidades gregas, e em outros argumentos que me soam um tanto homofóbicos, assim como a descrição que ela faz do costume em Atenas. Nisso, Schrader contraria frontalmente a obra de Nigel Kennell, que descarta quaisquer dúvidas sobre a existência e importância dessa instituição na Esparta clássica. A meu ver, a vida e educação espartana soam um tanto idealizadas neste livro. A relação dos cidadãos entre si, com suas leis e com as classes dominadas (periecos e hilotas) parecem um tanto harmoniosas demais, sem menção à brutalidade da repressão a que os hilotas eram submetidos. Não há nenhuma menção, por exemplo, à krypteia, a polícia secreta espartana que os vigiava, nem ao frequente assassinato e estupro sistemático de hilotas a que se referem tantas fontes. Há também poucas alusões à educação das meninas espartanas, embora não tenham sido totalmente esquecidas. Do ponto de vista literário, não é um bom livro. A trama está subordinada à necessidade de despejar informação sobre a complexidade das estruturas sociais e dos costumes espartanos. É muito útil e legível, porém, para quem busca exatamente isso.

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