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    Ai meu Deus, ai meu Jesus - Crônicas de amor e sexo

    Fabrício Carpinejar

    Bertrand Brasil
    2012
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9788528615579
    Português Brasileiro
    3.7
    452 avaliações
    Leram736Lendo52Querem299Relendo1Abandonos29Resenhas21
    Favoritos50Desejados299Avaliaram452

    Depois de títulos que sempre foram reflexos de momentos de sua vida pessoal, Carpinejar lança agora, pela primeira vez, um livro de crônicas temático. Em Ai meu Deus, Ai meu Jesus, ele trata de situações e assuntos relacionados a amor e sexo. Em O Amor Esquece de Começar, o autor está casado e apresenta textos de exaltação às mulheres. Em Canalha!, já solteiro, ele faz uma ode à vida da conquista. Em Mulher Perdigueira, fala do começo da relação com sua esposa ciumenta. Finalmente, em Borralheiro, mostra a transformação definitiva de um solteirão convicto em um dono de casa. O livro é roupa de cama: Colcha, lençol e fronha de palavras. Preenchendo os vazios da cama, moldando as performances, detalhando os sentimentos, cobrindo e descobrindo o sexo. O encontro dos amantes, a rotina dos pais, a euforia do início do casamento, a negação do amor. Ao dissecar como ninguém a natureza da alma feminina, mais uma vez Carpinejar escancara a porta do quarto e trepa na nossa cara. Sem pudores, sem medo de se entregar e de ser visto. O que importa é aquele momento, seu significado, desdobramentos, motivos e inquietações. “A verdade é que a mulher procura um homem previsível, mas intenso. Nunca monótono, nunca parado, nunca acomodado. Que viva sempre a mesma rotina com o ímpeto da descoberta, que renove o arrebatamento diariamente. Um homem capaz de amá-la como se fosse sempre transar.” (Carpinejar) Segundo a revista BRAVO!, Carpinejar deve ser lido “pelo humor, ironia e lirismo com que se reflete sobre amor, sexo e cotidiano”. “Uma tremenda reputação precede o poeta gaúcho Fabrício Carpinejar aonde quer que ele vá: a de que sabe seduzir com as palavras.” (Guia da Folha) “O autor brinca com as diferenças entre homens e mulheres.” (Época) “Brincando, Fabrício fala de coisa séria.” (Estado de Minas) “Os homens não são todos iguais. Há exemplares sensíveis e dispostos a decifrar a alma da mulher contemporânea.” (Bons Fluidos)

    Resenhas (21)Ver mais
    Thalita Dalboni picture
    Thalita Dalboni15/04/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    'Ai meu Deus, aí meu Jesus'

    É um livro sobre relacionamentos, de certa forma erótico e íntimo. Retrata de maneira cômica o cotidiano de casais. Algumas crônicas são incríveis e de fácil identificação, outras nem tanto. Particularmente não gosto das generalizações (tanto masculinas como femininas) e elas aparecem com certa frequência ao longo de livro. Talvez por isso não tenha gostado tanto. Recomendo a leitura para quem gosta de crônicas rápidas e com humor. ???

    12 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 452
    • 5 estrelas27%
    • 4 estrelas30%
    • 3 estrelas29%
    • 2 estrelas12%
    • 1 estrelas2%
    Fabrício Carpinejar profile picture

    Fabrício Carpinejar

    Fabrício Carpi Nejar, ou Fabricio Carpinejar, como passou a assinar em 1998 (Caxias do Sul, 23 de outubro de 1972) é um poeta e jornalista brasileiro. Filho dos poetas Carlos Nejar e Maria Carpi, adotou a junção de seus sobrenomes em sua estréia poética, As solas do sol, de 1998. Em 2003 publicou, pela editora Companhia das Letras, a antologia Caixa de sapatos, que lhe conferiu notoriedade nacional. Desde maio, mantém a coluna que antes era ocupada por Moacyr Scliar no jornal Zero Hora. É mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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    Rio Grande do Sul, Brasil

    Fabrício Carpinejar