A Tale of Two Cities -

    Charles Dickens

    Penguin Books
    2003
    488 páginas
    16h 16m
    ISBN-13: 9780141439600

    After eighteen years as a political prisoner in the Bastille, the ageing Doctor Manette is finally released and reunited with his daughter in England. There the lives of two very different men, Charles Darnay, an exiled French aristocrat, and Sydney Carton, a disreputable but brilliant English lawyer, become emmeshed through their love for Lucie Manette. From the tranquil roads of London, they are drawn against their will to the vengeful, bloodstained streets of Paris at the height of the Reign of Terror, and they soon fall under the lethal shadow of La Guillotine. This edition uses the text as it appeared in its first serial publication in 1859 to convey the full scope of Dicken's vision, and includes the original illustrations by H. K. Browne ('Phiz'). Richard Maxwell's introduction discusses the intricate interweaving of epic drama with personal tragedy.

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    Ana Werner 12/10/2022Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Dickens partiu meu coração e eu gostei

    Finalmente entendi por que Dickens é tão celebrado. A Tale of Two Cities não só tem um dos melhores parágrafos de abertura da literatura, mas também uma das histórias mais cativantes que já li. Não é sem falhas, mas eu honestamente não me importo. A história faz o que a boa arte faz melhor: nos faz sentir coisas. Fui fisgada desde o início e vi a Revolução Francesa ganhar vida (algo que nunca vi na minhas aulas de história do ensino médio). É somente através da vida dos indivíduos que a história ganha sentido. Os personagens batalham com eventos históricos incontroláveis ​​que inevitavelmente afetam suas vidas. Como diz Tolstoi em Guerra e paz, o grande quadro visível afeta a vida cotidiana invisível. O livro centra-se no efeitos da Revolução, num período chamado de Reinado do Terror. Sentimos profundamente pelo povo pisado da França, seus sofrimentos, opressão e desigualdades sociais que certamente levam à revoltas e derramamento de sangue. Mas, violência gera violência, e a vingança do povo foge ao controle, ameaçando a vida dos personagens mais queridos do romance. Com cenas históricas épicas, multidões indignadas, atos altruístas de amor e momentos emocionantes, ah! Essa história tem tudo. Em alguns momentos me lembrou O Conde de Monte Cristo, com seu herói inusitado, o que me fez gostar ainda mais. Dickens escreveu extensivamente sobre as desigualdades sociais em seu país e as más condições de vida de crianças e operários. Então, acho que a Tale of Two Cities tem esse título porque a revolução poderia facilmente ter acontecido em Londres em vez de Paris. O romance parece um lembrete e um aviso. Quando as pessoas vivem sob constantes injustiças e dificuldades, chega um momento em que elas se levantam. O último capítulo partiu meu coração e, quando um livro faz isso, ele merece cinco estrelas.

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